• 27 ago 2009
  • Postado por Tiago

“Isso, no regime militar, não assistimos tão fortemente como hoje”

Ex-presidente Itamar Franco, sobre a influência do presidente Lula no Senado Federal

Lula quer ‘Geddelzinho’ no Senado Federal

O presidente Lula admitiu, em conversa com a cúpula do PMDB, que seu coração está “dividido” na Bahia, para a eleição de 2010. Gostaria de apoiar a reeleição do governador Jaques Wagner (PT), velho amigo, mas está encantado com o ministro Geddel Vieira Lima (Integração), a quem chama de “Geddelzinho”, e gostaria de vê-lo disputando o Senado. Mas admite “palanque duplo” apoiando Dilma Rousseff.

Nova polícia

Lula vai propor na Unasul a criação da Ameripol, a Interpol da América do Sul. O primeiro chefe seria Luiz Fernando Corrêa, diretor da PF.

Tratamento duro

As queimaduras na pele, causadas pelo tratamento contra o câncer, são o principal motivo de queixas da ministra Dilma Rousseff. Ela sofre.

Fora de foco

Para o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), o governo agiu com inteligência ao “esconder” a ministra Dilma Rousseff.

Pensando bem…

…quando um petista mostra um cartão, ainda que vermelho, há apenas uma certeza: é corporativo.

STF: relator definirá a sorte de terrorista

A posição do ministro-relator Cezar Peluzo, muito respeitado na Corte, definirá a sorte do terrorista Cesare Battisti. No dia 9, o Supremo Tribunal Federal discutirá primeiro se cabe julgar a extradição do bandido, beneficiado pelo “refúgio político” do ministro Tarso Genro (Justiça). A jurisprudência pode favorecer o assassino, condenado à prisão perpétua na Itália por matar friamente quatro inocentes.

Criminoso comum

Se o STF decidir julgar a extradição, Cesare Battisti está ferrado: os ministros estão convencidos de que ele é mesmo criminoso comum.

Homicida sádico

Cesare Battisti matava pessoas a serviço de extremistas. Comparsas testemunharam que ele sentia prazer vendo sangue jorrar das vitimas.

C’est si bon

Autoridades de turismo de Paris celebram o julho “surpreendente”: EUA, China e Brasil lideraram o número de visitantes fora da Europa.

Faraós do Planalto

O Egito agradece a preferência: segundo o site Contas Abertas, a Presidência da República reservou R$ 1,1 mil para comprar 12 roupões brancos e R$ 4,4 mil para 40 toalhas de algodão 100% egípcio.

Na gaveta do TSE

Um processo de cassação do senador e ministro Alfredo Nascimento (Transportes) já dormitava no Tribunal Superior Eleitoral desde 2007. Chegou outro, acusando-o também de abuso de poder, caixa dois etc. O relator de ambos os processos é o ministro Ricardo Lewandowski.

Já vai tarde

É bom o projeto do senador Tião Viana (PT-AC), que extingue o Conselho de Ética. Só nos parlamentos do Brasil e Portugal os políticos julgam malfeitorias dos coleguinhas. O que sempre acaba em pizza.

Ele não sabe o que diz

Políticos ainda acham que Carlos Augusto Montenegro, dono do Ibope, entende de política. O presidente da Câmara, Michel Temer, fez um jantar em sua casa, ontem, com Montenegro e dirigentes do PMDB.

Burrice queima

A fogueira da Receita Federal poderá queimar quem a acendeu: o ministro Guido Mantega (Fazenda) demitiu Lina Vieira para agradar Lula, porque a ex-secretária pegava no pé da Petrobras. Com isso, Mantega levou para Planalto uma crise que não era do presidente.

Fora do eixo

Dar o cartão vermelho para José Sarney mostra que o senador petista Eduardo Suplicy ainda não achou o “eixo” que revelou à Playboy ter procurado em Ubatuba (SP), durante campanha para prefeito, em 1985.

Jader lidera

Pesquisa Ibope para o Senado no Pará, realizada entre 13 e 17 deste mês, mostra Jader Barbalho na frente com 42%, seguido de Valéria Pires Franco com 33%, Simão Jatene, 21%, Paulo Rocha, 20% e José Nery, 7%. A soma é mais de 100%, pois dois senadores serão eleitos.

Acabou no Irajá

Após o acordão para salvar o líder Arthur Virgílio, o PSDB faz qualquer negócio. Agora negocia um acordo com o PMDB do Pará em torno da candidatura do deputado Jáder Barbalho ao governo do Estado.

Receita proverbial

Quando um não mente, dois não brigam.

PODER SEM PUDOR

Oposição radical

No governo Castelo Branco, o governador de Minas, Magalhães Pinto, tentava expiar sua parcela de culpa pelo golpe de 1964 atacando a política econômica do ministro Roberto Campos, acusando-o de “americanista” e “entreguista”. Certa vez, um amigo observou que Campos poderia até estar equivocado, mas era um brilhante economista. Magalhães concordou:

É mesmo brilhante. Pena que o Brasil não tenha dólares suficientes para pagar pelo trabalho dele…

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