• 04 set 2009
  • Postado por Tiago

“O petróleo não é do presidente Lula, não é do PT, é do país”

Presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), sobre o petróleo do Pré-sal

Câmara: média de faltas às comissões é 39%

É de 39% a média de faltas de deputados às comissões permanentes – aquelas que analisam projetos de Lei – na Câmara dos Deputados. Jader Barbalho (PMDB-PA) é o campeão de faltas com 100%, das quais apenas 25 são justificadas. Ele integra a Comissão de Ciência e Tecnologia. Em segundo lugar está o líder do PMDB, deputado Henrique Alves (RN), que faltou a 97% das reunião das comissões.

Atraso

É o trabalho das comissões permanentes da Câmara adiantar o processo regimental para que projetos sejam transformados em leis.

Gazeteiro

Jader Barbalho também está entre os parlamentares que mais faltam às sessões plenárias da Casa: não foi a 43% das votações este ano.

Mau exemplo

Presidente da Câmara, o deputado Michel Temer (SP) é o quinto no ranking dos gazeteiros: faltou a 87% das reuniões de comissões.

Campeão

O desconhecido deputado Professor Victorio Galli (PMDB-MT) é o mais assíduo da Câmara: faltou apenas a uma reunião das comissões.

Briga de ministro com Pagot chega a Lula

O presidente Lula recebeu ontem, em horários diferentes, o ministro Alfredo Nascimento (Transportes) e seu subordinado, Luiz Antonio Pagot, diretor-geral do DNIT. Um falou muito mal do outro. Lula achava que poderia apaziguar os ânimos, mas relação entre Nascimento e Pagot é considerada “insustentável”. O diretor-geral do DNIT é acusado de não se submeter a orientação e chefia do ministro.

Obediência

Desde que assumiu o cargo, Luiz Pagot prefere atender o padrinho Blairo Maggi, governador do MT, a seu chefe, Alfredo Nascimento.

No braço

Com seu jeito esquentado, o ministro Alfredo Nascimento quase esteve a ponto de dirimir no braço suas diferenças com Luiz Antonio Pagot.

Proibido proibir

O site do Ministério Público do Acre reabriu suas “portas” ontem, eliminando o acesso por senha e fazendo jus ao nome.

Sequestro dos Uruguaios

O jornalista e escritor Luiz Cláudio Cunha, lança nesta sexta, no Rio, o livro “Operação Condor – O Seqüestro dos Uruguaios” (L&PM). Será na Livraria Travessa, em Ipanema, às 19h. É leitura obrigatória.

Calma, meninas

Não arrancarão os cabelos uma da outra, claro, mas é grande a irritação da deputada federal Luciana Genro (PSOL-RS) com a colega Manuela D’Ávila, que levou o delegado Protógenes para o PCdoB.

Ciclovias do vigário

O governo do DF reservou R$ 3,5 milhões para ciclovias nos lagos Sul e Norte, em Brasília, mas o DER gastou a grana e criou uma vigarice: “ciclofaixas” em acostamentos. Colocando a vida de ciclistas em perigo.

Conchavo

O senador tucano Álvaro Dias acertou com Roberto Requião (PMDB): será candidato do governador a sucedê-lo, frustrando a pretensão do irmão e também senador Osmar Dias (PDT) ao palácio Iguaçu.

Estômago de gesso

O jornalista Sebastião Lucena ouviu e mal acreditou, quando o deputado estadual Antonio Mineral, ao criticar a qualidade da merenda escolar nas escolas paraibanas, afirmou em discurso: “O Gunverno pensa que as criança da Paraíba têm o estambo de geuço”.

Clube de Golfe tombado

O governador do DF, José Roberto Arruda, assinará até o final do mês a prorrogação por trinta anos do contato de comodato com o Clube de Golfe de Brasília, um dos mais belos do País, e em seguida decretará seu tombamento. Com isso, afastará a cobiça da indústria imobiliária.

Sai da frente

Saiu nos jornais o que esta coluna antecipou em julho: a criação da Secretaria dos Povos Indígenas, chefiada por Jecinaldo Maué, que cuspiu no rosto de um delegado da PF que o prendeu por desacato.

Nota baixa

Professor do ministro José Gomes Temporão (Saúde) na faculdade, o presidente da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio, Celso Ramos Filho, criticou na Câmara Federal a falta de Tamiflu nas farmácias,.

Pergunta não vicia

A pressa de Lula no pré-sal será overdose da “cheiradinha” que recomendou?

PODER SEM PUDOR

Dia de senador

O deputado estadual mineiro Célio Moreira (PL) acompanhava certa vez a acalorada discussão sobre as obras paralisadas no metrô de Belo Horizonte, na Comissão de Infraestrutura do Senado, e se empolgou:

– Pela ordem, senhor presidente!

O senador José Jorge (PFL-PE), que presidia a sessão, pôs ordem na casa:

– Epa, aqui, só quem pede ‘pela ordem’ somos nós, os senadores.

Como bom mineiro, o deputado fechou-se em silêncio.

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