• 17 set 2009
  • Postado por Tiago

“O governo faz propaganda de algo que não existe”

Deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR), sobre as intermináveis propagandas do PAC

Dono da Dassault foi condenado por corrupção

Condecorado pelo presidente Lula durante a visita de Nicolas Sarkozy, o presidente da gigante francesa Dassault, que deverá fornecer 36 caças de combate e tecnologia de ponta ao Brasil, foi condenado em 1998 por corrupção ativa pelo Supremo da Bélgica, no “escândalo Agusta”, empresa italiana de helicópteros militares. Agusta e Serge Dassault foram condenados por subornar dirigentes socialistas.

Propina conjunta

Dassault e Agusta pagaram cerca de € 4 milhões ao Partido Socialista. Serge pegou dois anos com sursis e multa de € 1,5 mil, uma merreca.

O cérebro

Para o Tribunal, diz a imprensa francesa da época, “ele mesmo concebeu os arranjos e ordenou a execução (das propinas).”

Um medalhado

Serge Dassault, “cumpanhero” condecorado por Lula, foi obrigado a ouvir a sentença na corte belga. Levantou e saiu rapidamente.

Na boquinha

O PMDB não deixa barato. Está exigindo duas diretorias da Petrobras Distribuidora para aprovar na Câmara o projeto do pré-sal.

Cargo de Toffoli na AGU é alvo de disputa

Com a indicação do advogado-geral da União, José Antonio Toffoli, para o Supremo Tribunal Federal, cresce o nome de Luis Adams, procurador-geral da Fazenda Nacional, para chefiar a AGU. Evandro Gama, atual nº 2 de Toffoli, é antipatizado no Planalto. Rafael Favetti, consultor jurídico do Ministério da Justiça, e Beto Vasconcelos, da Casa Civil, na avaliação de Lula, são muito novos, embora brilhantes.

Joãosinho no PTB

Candidato a deputado distrital em 2010, Joãosinho Trinta se filou ontem ao PTB no gabinete do líder do partido no Senado, Gim Argello (DF).

Fleury com Serra

Com propostas do PV pós-Marina, o ex-governador Luiz Antônio Fleury Filho (SP), ex-PTB, já decidiu filiar-se ao PPS, que apóia José Serra.

Meus tostões

Mutirão do Conselho Nacional de Justiça na Bahia reduziu a dívida de um mutuário da Caixa de 1,2 milhão para R$ 2,2 mil. E refinanciados.

Roriz fora do PMDB

Derrotado na pretensão de fazer a direção nacional intervir no PMDB-DF, o ex-senador Joaquim Roriz deixou o partido para disputar o governo do DF em 2010. Disse que tem convite de oito partidos.

Gesto de conciliação

O deputado Tadeu Filippelli (DF) disse a esta coluna que vai procurar rorizistas como o deputado Laerte Bessa, que queriam apeá-lo da presidência do PMDB-DF, para convidá-los a reconciliar o partido.

Testemunha-chave

Somente ontem, 18 dias após o assassinato do ex-ministro José Guilherme Villela, a polícia interrogou o chaveiro que, a pedido da neta dele, abriu a porta do apartamento e possibilitou a descoberta do crime.

Assalto difícil

Os líderes da base aliada já avisaram que é difícil passar na Câmara o projeto-assalto que taxa aplicações em poupança. A garfada pode comprometer a reeleição de quem se atrever a autorizá-la.

Houve tentativas

O DEM e PSDB tentaram contratar os marqueteiros americanos Ben Self e Scott Goodstein, mas eles tinham a recomendação de Barack Obama de trabalhar apenas para o partido do presidente Lula.

Visitando a clientela

Responsável pelo site do então candidato Barack Obama, Ben Self chegou a Brasília na terça (15), para visitar Lula e Dilma Rousseff. Quem o contratou foi João Santana, marqueteiro de Lula desde 2006.

Parentesco

A procuradora Vanda Denir Milani Nogueira vai assumir o cargo de procuradora-geral de Justiça do Acre. Casada com Silas Pascoal, ela é cunhada do ex-deputado Hildebrando Pascoal, aquele do “crime da motosserra”, que sentará no banco dos réus na próxima segunda-feira.

Corte do submarino

Relator do orçamento para 2010, o deputado Geraldo Magela (PT-DF), quer comprar uma briga com o ministro Nelson Jobim (Defesa), com a ideia de cortar R$ 2,3 bilhões destinados à fabricação de submarinos.

Pensando bem…

…está no ar a profissão mais promissora: piloto de avião de presidente latinoamericano.

PODER SEM PUDOR

Paciência máxima

Na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, certa vez, o então ministro da Fazenda Antônio Palocci elogiou o programa “Renda Mínima”, cavalo-de-batalha de Eduardo Suplicy. Quase às lágrimas, o senador do PT-SP pediu a palavra e, em êxtase, aplicou um soco violentíssimo (de ex-boxeador) sobre a mesa. Fez pular xícaras de café e até alguns senadores, como o falecido ACM, que empalideceu, e Ana Júlia Carepa (PT-AC), que gritou:

– Para aguentar o “Renda Mínima” do Suplicy, é preciso ter paciência máxima! – ironizou um senador, arrancando gargalhadas gerais.

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