• 21 set 2009
  • Postado por Tiago

“As mulheres são melhores”

José Serra, ao dizer que profissionais femininas têm resultados melhores que homens

‘Elefante branco’ de Aécio já custa R$ 2 bilhões

Orçado em R$ 804 milhões, o novo centro administrativo do governo de Minas, autêntico “elefante branco” concebido pelo governador tucano Aécio Neves, já passou dos R$ 2 bilhões e a obra ainda não acabou. O centro administrativo faz a alegria de empreiteiras e de corporações como o banco Itaú, que ambicionam o belo Palácio da Liberdade, atual sede do governo, a pretexto de transformá-lo em “centro cultural”.

Fora de órbita

No imenso novo centro administrativo, o gabinete do governador de Minas ficará no município de Vespasiano. Belo Horizonte não é a capital, uai?

Avis rara

Preocupado com impacto ambiental, o deputado Carlin Moura (PCdoB) é raridade em Minas: tem coragem de criticar a obra de Aécio Neves.

Aviso aos bajuladores

O presidente Lula aniversaria dia 27 próximo. Dar a ele um aviãozinho de presente pode parecer provocação.

A vida é dura

No Paraná temos um juiz cego. Como seria bom termos um presidente mudo. E senadores e deputados manetas. Surdos já são.

O subordinado que demitiu o comandante

Antes de assinar a nomeação, há dias, o presidente Lula quis conhecer um coronel do Exército indicado para sua segurança. Recebeu-o no fim do expediente, em situação, digamos, de reprovação em bafômetro. Simpaticão, Lula fez uma brincadeira inconveniente. O oficial não gostou da atitude do comandante-em-chefe das Forças Armadas e, à saída, declinou do convite, retornando a seu batalhão, no Norte.

Querido vovô

No auge das denúncias no Senado, José Sarney deixou brancos cabelo, bigode e sobrancelhas. Findo o furacão, pintou tudo de novo.

Nem te ligo

Os governadores tucanos José Serra e Aécio Neves vão estar juntos, mas torcendo a cara, num seminário sobre educação, dia 26, em Natal.

Sem mágica

O “mago” Paulo Coelho nega que vá se filiar ao Partido Verde. Ele faria chover – um de seus dons – na horta de Marina Silva.

Lula e Collor

Programa do PPS de quinta-feira, no horário gratuito, vinculará Lula ao ex-presidente Fernando Collor, associando o bloqueio da poupança de 1990 à taxação à mão armada da poupança anunciada pelo governo.

Marcha-a-ré

Amigo do ministro José Gomes Temporão (Saúde), Rômulo Maciel Filho renunciou há meses à vice-presidência da Fundação Oswaldo Cruz para assumir a presidência da estatal Hemobras. Cansou de esperar. Ontem, sua renúncia foi revogada pelo presidente da Fiocruz.

Caixa baixa

Receita em crise, arrecadação em baixa: de janeiro a agosto a receita da União teve uma queda de 7,4%. São R$ 35 bilhões que não entraram para os cofres federais, em comparação com o mesmo período de 2008.

Jogo duro

José Antônio Toffoli não terá refresco na sabatina da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. O DEM questionará em particular a estreita ligação do jovem advogado de 41 anos com o PT.

Em todas

O ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, que faz de tudo para voltar ao partido, não para o trabalho: anunciou em seu blog que está “ministrando” aulas sobre o pré-sal em universidades goianas.

Linha liberada

A Anatel aprovou a extinção da cobrança como interurbano das ligações entre 446 municípios e distritos vizinhos em todo o País. A medida entra em vigor em 60 dias, segundo a agência.

Meu nome é Roriz

Se for para o PSC ou PRB, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz, que deixou o PMDB na última sexta-feira, terá apenas 30 segundos no horário eleitoral na tevê. Vai ter que fazer como Enéas.

Dois pesos

A mais nova moda da imprensa internacional é questionar as razões do Brasil e de outros países sul-americanos de “nos últimos anos” fortalecer suas Forças Armadas. Vale lembrar que os Estados Unidos continuam sendo o maior revendedor e produtor de armas do mundo.

Mudando de assunto

Escândalo no Senado, pré-sal, caça francês; já a CPI da Petrobras, ó…

PODER SEM PUDOR

Na dúvida, o pai decide

Traumatizado com uma derrota para a prefeitura de Curitiba, Jaime Lerner hesitava em assumir nova candidatura, em 1988. Resolveu consultar o pai, seu Félix, então com 83 anos, a quem jamais desobedeceu. Discutiram longamente, Lerner contou que outros candidatos desistiram em seu favor, mas o pai concluiu que havia pouco tempo para a campanha: “Desista”.

– O que eu vou dizer ao partido?

– Diga que eu não deixei – encerrou seu Félix.

Pela primeira na vida, Lerner não obedeceu ao pai. E venceu a eleição.

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