• 28 set 2009
  • Postado por Tiago

70 mil esperam indenizações por ‘perseguição’

Mais de 70 mil espertos pleiteiam pensão e/ou indenização milionárias na Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça, alegando serem pretensas vítimas do regime militar. A boquinha (“reparações”) já foi concedida a cerca de 24,6 mil pessoas e nos custaram mais de R$ 3 bilhões, numa média de R$ 1,2 milhão para cada. As indenizações são pagas pelo ministérios do Planejamento a civis e Defesa, a militares.

Perguntar não anistia

Quem será o próximo “anistiado político” no Brasil a ganhar uma fortuna de indenização? Battisti, o terrorista, ou Zelaya, o corrupto?

Acabou

A crise do setor bancário ficou para trás. O Bradesco já reduz os juros do crédito imobiliário. No que deve ser seguido por outros bancos.

Gabeira senador

Apesar de o PV preferi-lo como candidato ao governo do Rio, o deputado Fernando Gabeira está cada vez mais inclinado a tentar se eleger senador.

Palco internacional

A “candidata” Dilma Rousseff falará na sexta a jornalistas estrangeiros, em São Paulo. Mas turma está interessada mesmo é no Pré-Sal.

Medicamento livre no Brasil é proibido nos EUA

O medicamento Zoladex na dosagem 10.8 mg, desenvolvido para tratar câncer de próstata, vem sendo empr egado de forma indiscriminada em mulheres no Brasil para redução de miomas uterinos e até para controle da ovulação. Nos Estados Unidos, a FDA (a vigilância sanitária de lá) proíbe a dosagem para mulheres. Na bula brasileira, aprovada pela Anvisa, a advertência é omitida. Nos EUA a dose feminina é 3.6 mg.

Proibido

Na bula registrada no FDA, a AstraZeneca, fabricante do Zoladex, avisa: a dosagem de 10.8 mg não pode ser aplicada em mulheres.

Efeitos colaterais

As mulheres expostas ao Zoladex 10.8 mg, podem entrar em menopausa irreversível, sofrem de dores generalizadas nos ossos e ganham peso.

Dona Encrenca

A ministra-candidata Dilma palpitou na política externa: “A volta de Zelaya é inegociável.” Durona célebre, deveria dizer isso lá, no grito.

Dilma na lanterna

Os cariocas não estão nem aí para os efeitos positivos do pré-sal no governo Lula. Candidata oficial a presidente, Dilma Rousseff (PT) perde para todo mundo, incluindo Marina Silva (PV) e Heloisa Helena (PSOL).

BC é do PMDB

Henrique Meirelles, assina amanhã a ficha de filiação ao PMDB. Mas continua na presidência do Banco Central até março, quando decide se disputa o governo de Goiás ou uma cadeira no Senado.

Filhos que brilham

Filhos de diplomatas brilham em “Viver a vida”, nova novela das oito, na Globo: Teresa Lampreia, diretora, é filha do ex-chanceler Luiz Felipe Lampreia, e Matheus Solano, que faz os irmãos gêmeos, é filho do embaixador do Brasil na República Dominicana, João Solano Carneiro.

Nosso bolso

PSDB e DEM entram em obstrução esta semana na Câmara e no Senado, até que seja votado o projeto que dá R$ 1 bi para prefeituras, compensando as perdas do Fundo de Participação dos Municípios.

Cadeiras atraentes

O deputado Marco Maia encontrou o senador Paulo Paim, também do PT-RS, e disse gostar “muito” das cadeiras do Senado, insinuando seu desejo de candidatar-se. Paim, que espera se reeleger, respondeu que Maia teria de esperar nove anos para se sentar em uma delas.

Culpa dos bandidos

O Inmetro alugou imóvel por R$ 12 mil mensais, em região de tiroteio na zona norte do Rio. Só o presidente, João Jornada, e assessores trabalham lá. Os servidores se recusaram a mudar para o novo prédio.

Missão impossível

Araponga da Agência Brasileira de Inteligência irá com nosso bolso, de 30 a 3 de outubro, ao “Décimo Aniversário do Grupo de Atendimento a Emergência em Computadores da Administração Pública Argentina”.

Sem palavras

O presidente da Frente Ambientalista na Câmara, deputado Sarney Filho (PV-MA), já não sabe mais o que responder aos usineiros que acreditaram no etanol como alternativa limpa de energia combustível. Depois do pré-sal, a cultura de cana virou maldita no governo.

Pensando bem…

…certos assessores não trabalham na diplomacia, mas na estrebaria.

PODER SEM PUDOR
A vingança de Golbery

No governo transitório de Ranieri Mazilli, após o golpe de 1964, José de Segadas Vianna assumiu o Ministério do Trabalho, e logo foi procurado por um ambicioso coronel do Exército, que lhe pediu para intervir no Sindicato dos Ferroviários, foco de muitas inquietações. Segadas negou, o coronel insistiu, foi até ríspido, mas o ministro manteve a decisão. Isto lhe custou o indeferimento de todas as indicações que recebeu para ocupar cargos federais no regime militar. Pudera: o coronel que deixou seu gabinete muito irritado, naquele dia, era ninguém menos que Golbery do Couto e Silva.

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