• 02 out 2009
  • Postado por Tiago

“Vejo hoje a Dilma como a candidata mais forte”

Tarso Genro (Justiça), que não deve ter visto o resultado de pesquisas mais recentes

Infiéis: debandada maior é no PMDB

Até agora, a “janela da infidelidade” provocou debandada maior no PMDB, partido que saiu muito desgastado da longa crise do Senado. Encerra-se nesta sexta o prazo para filiação partidária, com vistas às eleições de 2010. Com maior número de baixas, o PMDB já contabiliza a perda de pelo menos um senador e cinco deputados. A bancada diminuiu de 96 para 91 deputados, mas continua sendo a maior da Câmara.

O quinto

Conhecido pela ligação com o governador José Serra (PSDB), Marcelo Itagiba (RJ) será o quinto deputado a deixar o PMDB.

Sem saída

Apesar de ter perdido dois senadores, nenhum deputado deixou o PT: é a segunda maior bancada da Câmara com 79 deputados.

Novidades

Desde agosto apenas três senadores e sete deputados trocaram de partido. A expectativa é de “novas defecções” hoje no Congresso.

Movimentação

Os deputados Márcio Marinho e José Carlos Araújo trocaram o PR da Bahia pelo PP.

Infraero desterra funcionários ‘incômodos’

A Infraero criou uma “Assessoria de Estudos”, em Brasília, Rio e São Paulo, em pequenas salas de aeroportos, longe da sede da estatal, para isolar um grupo de funcionários, que, líderes experientes, questionam decisões de diretores que chegam de paraquedas na empresa. Um dos que sofrem com o “desterro” é Carlos Guapindaia, presidente da Associação Nacional dos Empregados da Infraero.

Algo de podre

Santa Catarina e o Sul enfrentam nova “olimpíada” de desastres. Lula lá não foi. Há três dias é só risos no reino olímpico da Dinamarca.

Eterna paixão

O acadêmico Arnaldo Niskier lança no próximo dia 8 o livro “Língua portuguesa, uma paixão”, na Academia Brasileira de Letras.

Ninguém sabe

A Agência Brasileira de Inteligência diz só que “acompanha” a situação, em meio aos “não sabia” do chanceler Celso Amorim, de Lula e Zelaya.

Nova conversa fiada

Após jurar que o governo “não sabia”, o chanceler Celso Amorim sacou outra versão, ontem, na GloboNews: disse que soube do retorno de Manuel Zelaya meia hora antes. E que, ao telefonar-lhe, após consultar o presidente Lula, o espaçoso já havia ocupado a embaixada.

Briga pelo poder

O ministro da Propaganda, Franklin Martins, trabalha dia e noite para substituir Dilma Rousseff na Casa Civil, quando ela iniciar a campanha. Mas o lugar, por enquanto, é do deputado Antonio Palocci (PT-SP).

‘Vaza!’

Para o deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), “é mole vazar prova do Enem num governo cujo presidente vê filme-pirata e a chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, falsifica diploma”.

Não acabou em samba

Sambistas brasileiras não puderam se exibir em Tiro, sul do Líbano: para os clérigos muçulmanos era “pornografia”. O adido cultural da embaixada, Roberto Medeiros, explicou que todas estavam “cobertas”.

Mandou bem

Orestes Quércia ganhou admiradores na própria Fiesp, ao fechar as portas do PMDB ao presidente da entidade, Paulo Skaf. O posudo ex-empresário exigia a candidatura ao governo estadual.

Mineiros solidários

Pré-candidato ao governo de Minas pelo PT, o ex-prefeito Fernando Pimentel lançou seu blog www.amigosdopimentel.com.br. Com um santinho (ou será diabinho?) dele com a também mineira Dilma.

Lobby pelo duopólio

Visa e Mastecard já armam barraca no Congresso fazendo lobby contra o projeto que abre o mercado para novas bandeiras. Sem concorrência, essa dupla de empresas cobra juros extorsivos dos incautos.

Isso deve ser bom…

Poderosos no governo Lula, capazes de impor longos chás-de-cadeira em senadores, os ministros Celso Amorim (Relações Exteriores) e Henrique Meirelles (Banco Central) querem ser um deles, agora. Hum…

Yes, continuamos a ter

E pensar que Banana Republic é só o nome nostálgico de uma famosa grife nos Estados Unidos.

PODER SEM PUDOR
Café no Vaticano

O presidente Jânio Quadros recebeu dom Helder Câmara certa vez para uma conversa que – por iniciativa do religioso – acabou resvalando para a economia, na defesa do comércio de café do Brasil com a chamada “cortina de ferro”. Jânio estava surpreso, não imaginava tratar desse assunto com um bispo. Resolveu finalizar a conversa com uma pergunta irônica:

– Mas, eminência, o Vaticano compra café?

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