• 20 out 2009
  • Postado por Tiago

“Este episódio serviu de alerta”

Corregedor do Senado, Romeu Tuma, sobre o ‘episódio’ da cueca de Eduardo Suplicy

Genro e Mantega bancam Adams na AGU

Os ministros Tarso Genro (Justiça) e Guido Mantega (Fazenda) já dão como favas contadas a nomeação do procurador-geral da Fazenda Nacional, Luís Adams, para substituir o ministro José Antonio Dias Toffoli, novo ministro do Supremo Tribunal Federal, na Advocacia-Geral da União. Só falta combinar com o presidente Lula, que é quem nomeia. Adams sofre grande rejeição interna na AGU.

Unanimidade

Em Cabrobó (PE), há dias, Lula pilheriou quando soube que ali “apenas” 95% da população o aprovam: “quero saber quem são esses 5%”.

Arreglo

O tucano Luís Paulo Veloso Lucas pediu ajuda a José Serra para se reaproximar do ex-amigo Paulo Hartung, o governador capixaba.

Churrasco amigo

Lula recebe a bancada do PMDB nesta terça, na Granja do Torto, para discutir a vaga de vice na chapa presidencial de Dilma Rousseff.

Juros estáveis

Após cinco cortes, o Comitê de Política Econômica do Banco Central deve manter as taxas anuais de juros em 8,75%, pela segunda vez.

Dilma faz campanha antecipada, diz especialista

Só o Tribunal Superior Eleitoral não vê, nem parece interessado, mas para o especialista em Direito Eleitoral Antônio Augusto Mayer, “o fato público, notório e sistemático do presidente Lula e de seu grupo político anunciarem, de forma veemente, antes da convenção partidária, que a ministra Dilma é candidata, caracteriza propaganda eleitoral”. Mayer é autor do livro “Reforma Política – inércia e controvérsias”.

Com vantagem

Antônio Mayer diz que “exposição ostensiva, em eventos de discutível necessidade, caracteriza vantagem”, prejudicando os adversários.

‘Coincidência’

O jurista Antônio Augusto Mayer se impressiona com o fato de a Casa Civil aparecer em eventos onde a candidatura de Dilma é anunciada.

Previ no preju

Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil, amarga um buraco de R$ 8 bilhões no patrimônio. São os que tentam aparelhar a lucrativa Vale.

Mesa de operação

Francisco Mendonça, o “Mendoncinha”, e Cláudio Monteiro, o “Caco”, amigos íntimos do governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), devem ser cirurgiões muito requisitados. Só são citados como “operadores”.

País da impunidade

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) escapou do processo por quebra de decoro, após envergonhar seus eleitores e emporcalhar o Senado ainda mais, desfilando na Casa de cueca vermelha sobre a calça.

‘Fora do eixo’

Amigos Eduardo Suplicy (que admitiu haver ficado nu certa vez, no aeroporto de Zurique, enquanto balbuciava que era Jesus ou Karl Marx), garantem que ele estaria “fora do eixo” desde que acabou seu namoro. E a moça certamente aliviada por se livrar desse mala.

Dilma lá

Hilton Accioly, o autor da música “Lula, lá”, vai compor a música de campanha de Dilma Rousseff. Natural do Rio Grande do Norte, Accioly há anos trabalha no mercado de jingles comerciais em São Paulo.

Compadrio contra o Senado

Lula e Hugo Chávez estarão juntos, dia 29, para a colheita da primeira safra de soja venezuelana com uso de tecnologia brasileira. No mesmo dia, o Senado brasileiro discute o ingresso da Venezuela no Mercosul.

Terror ousado

O ex-ministro do Superior Tribunal Militar Flávio Bierrenbach, recém-aposentado, recebeu ameaças de morte após defender até o uso da Lei do Abate para impedir que Mahamoud Ahmadinejad, presidente belicista do Irã, visite o Brasil ou circule em nosso espaço aéreo.

Ameaça de censura

Acusado de improbidade, o deputado José Riva foi afastado da presidência da Assembleia Legislativa do MT, mas tenta na Justiça silenciar os blogueiros Adriana Vandoni e Enock Cavalcanti, que denunciam suas malfeitorias. O caso está na 13ª Vara de Cuiabá.

Descartado

Nem adianta Lula sonhar com isso: para o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), ser vice do governador Jaques Wagner em 2010 “soa tão absurdo quando pedir a Dilma para ser vice de José Serra”.

Perguntando em Honduras

Quem vai dar asilo aos moradores do Rio, que têm um governo de facto (os traficantes) e um de direito?

PODER SEM PUDOR
Pregação sem voto

O falecido médico Francisco Simões, ex-prefeito de Petrolância (PE), assessorava Miguel Arraes, em 1989, e estava na reunião em que o então governador de Pernambuco, filiado ao PMDB, pediu votos para Lula. Ele quis saber se o chefe votaria mesmo no candidato do PT a presidente.

– Claro que não – respondeu Arraes.

– Mas o senhor não pediu votos para Lula?

– E daí? Pedi, mas não voto nele. Já pensou se na minha seção o Dr. Ulysses (candidato do PMDB) não tiver nenhum voto? Como vou ficar?

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