• 06 nov 2009
  • Postado por Tiago

“É razoável [ter] até 200 processos”

Novo senador Acir Gurgacz (PDT-RO), empresário que tem 10 mil funcionários

Lula quer barrar retorno de líderes de oposição

Além de se preocupar com a eleição dos aliados, o presidente Lula tem uma lista de políticos “marcados para morrer” na eleição de 2010. Fonte governista afirma que ele quer os aliados mobilizados para derrotar o atual líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), cujas chances de reeleição já são tão modestas quanto as de outro da lista, senador Cristovam Buarque (PDF-DF), por quem nutre antiga antipatia.

O terceiro

Lula tem dito que vai participar pessoalmente da campanha em Goiás do adversário do senador Marconi Perillo (PSDB), seja quem for.

Relax

Lula queria “esmagar” Arthur Virgílio no Amazonas, mas relaxou ao ser lembrado que o tucano teve só 3% dos votos na última majoritária.

Exceção

Oposicionista implacável, o senador Agripino Maia (RN), líder do DEM, curiosamente não está entre os políticos mais detestados por Lula.

Costura

Incluindo PT e PMDB, o presidente Lula já obteve o compromisso de apoio de 11 partidos à sua candidata Dilma Rousseff.

Uísque e cigarro patrocinam ‘prêmio’ de Lula

O presidente Lula deve ter se sentido em casa, em Londres, recebendo o Chatham House 2009: a Chivas Brothers, fabricante do uísque Chivas Regal, e a multinacional British American Tobacco, dona da Souza Cruz, ratearam os custos do “prêmio” com as estatais Petrobras, BNDES e Banco do Brasil, cujo patrocínio foi revelado em primeira mão, na manhã de quarta-feira (4), pelo site claudiohumberto.com.br.

Esconde-esconde

BB, BNDES e Petrobras se recusaram a revelar o valor pago pelo “prêmio” que Lula recebeu ontem em Londres.

Prêmio ‘viciado’

Além do conflito comercial, emerge também a ética da imagem do país, que implantou Lei Seca e advertência dos males do fumo nos maços.

Não tenho troco

Nova moeda na praça: o “dólar-Zelaya”. Entra sem pedir licença, faz o maior estrago e ninguém sabe como tirar o trapalhão de casa.

CPI mandou bem

Mantida quase na clandestinidade pela maior parte da mídia, a CPI da Conta de Luz na Câmara justificou sua existência com a descoberta de que nos últimos anos os brasileiros podem ter pago R$ 10 bilhões a mais em suas contas mensais. Devolver serão outros quinhentos.

Harakiri, já

A Agência Nacional de Energia Elétrica promete revelar em um mês quanto as 63 distribuidoras de energia receberam a mais. Se o afano tivesse ocorrido no Japão, os dirigentes da Aneel fariam harakiri na TV.

CEB é do DF

Apesar do interesse reiterado por Aécio Neves, o governador do DF, José Roberto Arruda, descarta a venda da estatal de energia CEB à Cemig por R$ 500 milhões. Admite, “no máximo”, uma parceria técnica.

No telhado

É bom ficar de olho: o governo federal deu R$ 102 milhões para Blumenau (SC) construir 2.112 moradias do “Minha Casa, Minha Dilma (ops) Minha Vida”, para os desabrigados das enchentes de 2008.

Problema

A rede inglesa BBC noticiou que centenas de índios yanomami contraíram a gripe suína na fronteira do Brasil com a Venezuela. Sete dos pouco mais de 32 mil indígenas da tribo já morreram.

Tem futuro

O líder do PTB no Senado, Gim Argello (DF), aposta que Guilherme Campelo, 24, estará entre os deputados distritais eleitos em 2010 pelo seu partido. Filho de Estenio Campelo, advogado de Brasília, ele é sobrinho de Valmir Campelo, ministro do Tribunal de Contas da União.

Brasil S.A.

A Petrobras vai comprar por US$ 12 milhões a Chevron Chile, braço chileno da gigante americana de petróleo. A empresa controla 6% do mercado petrolífero chileno.

Recruta zero

O Supremo deu habeas corpus a um soldado do Exército em Florianópolis (SC), preso em flagrante após fugir do acampamento. Psicótico, viciado em maconha, passou incólume no alistamento militar.

Primeira classe

No Brasil, a turma que manda só aperta o cinto quando viaja de avião.

PODER SEM PUDOR
Importante é vencer

Doutel de Andrade era dirigente do PDT, em 1980, quando recebeu a missão de mediar um conflito entre dois grupos pelo comando da ala jovem brizolistas. Doutel aceitou o encargo na esperança de firmar liderança e, quem sabe, ganhar apoio político da rapaziada. Mas depois desistiu:

– Meus filhos, eu não vou mediar nada. A disputa é salutar e quem vencer me procure: a política só reconhece os vitoriosos mesmo…

E foi embora.

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