• 11 nov 2009
  • Postado por Tiago

“É uma forma de não deixar a polêmica se expandir”

Dilma Rousseff, dando desculpas para criar regras para o Tribunal de Contas da União

Uniban favoreceu ex-ministro e Vicentinho

Antes do minivestido de 2009, a Uniban enfrentou saia justa que provocou racha na CUT: os então alunos de Direito Luiz Marinho, presidente da entidade, e o deputado federal Vicentinho, ex-presidente, foram garotos-propaganda da universidade na TV e nas ruas de São Bernardo, em 2003. No cartaz de Vicentinho, a legenda: “É importante estar em uma universidade que respeita as nossas aptidões.”

Agora, silêncio

Marinho e Vicentinho negam cachê, mas a CUT protestou: defendia o ensino público e professores com ações trabalhistas contra a Uniban.

Arquivos mortos

Em 2005, Vicentinho tentou recursos do BNDES para a Uniban, mas a assessoria do banco não lembra se o dinheiro foi liberado.

Som na (nossa) caixa

Bilionária que pode pagar seguranças, a cantora Madonna ganhou do governo do Rio a “banda da PM”: treze batedores (de moto) a seguem.

Longe da Igreja

Fernando Lugo, presidente do Paraguai, vai a Roma, mas não verá o Papa. Ex-bispo suspeito de pedofilia, quer evitar a bronca do ex-chefe.

Bingos: projeto ‘muda’ para ficar como está

O projeto de lei 270/2003, que regulamenta o jogo de bingo, pode manter essa indústria em mãos de bicheiros e gente da mesma laia. Previsto para ser votado na Câmara nos próximos dias, contém pelo menos três artigos com inconsistências técnicas que, se aprovadas, podem facilitar o uso de “laranjas” e reabertura de bingos já existentes. É o que conclui um estudo de Ney Carvalho, escritor e historiador.

Malandragem

Pelo projeto, bingos poderão funcionar por cinco anos, beneficiando os já existentes e afastando grandes investidores de olho no longo prazo.

Esperteza

O projeto fixa capital mínimo de R$ 1 milhão para criar bingos e caução de apenas 20% do valor, o que não cobre a média diária de premiação.

Natal antecipado

O governo do DF anda fazendo contas: antecipará para o dia 15, dez dias antes do Natal, os salários de dezembro dos 130 mil funcionários.

Governador Ciro

Ciro Gomes (PSB) até o nega publicamente, reafirmando que sua meta é a presidência da República, mas Lula disse a um senador aliado que já fechou acordo. Ciro é mesmo candidato ao governo de São Paulo.

Contorcionismo

Temendo que o Supremo Tribunal Federal extradite o terrorista Cesar Battisti, o ministro Tarso Genro (Justiça) apelou ao contorcionismo retórico: diz que a Itália pretende “humilhar o Brasil”, ao insistir em meter na cadeia o homicida condenado duas vezes à prisão perpétua.

Faturando alto

Segundo a Anfavea (associação de montadoras de automóveis), as vendas em 2009 vão superar os três milhões de carros. Esperam que em 2010 o mercado ultrapasse a meta atingida neste ano de “crise global”.

Bolsa grande

A gigante americana de contabilidade Ernst & Young prevê que o Brasil deve seguir a China e apresentar grande crescimento no número de IPOs (oferta inicial pública de ações) no próximo ano.

Chances

A agência de apostas inglesa William Hill dá chances de 20 para 1 que a seleção inglesa e a seleção brasileira se reencontrem na final da Copa do Mundo de 2010, após o amistoso deste mês.

Torneiras abertas

A Organização de Países Exportadores de Petróleo aumentou o fornecimento do produto em quatro vezes nos últimos dois anos. É o mais rápido crescimento no fornecimento de petróleo da história.

Todo mundo na rua

O Ministério Público do Maranhão entrou na briga para tirar nomes de vivos em ruas e prédios de Estreito. São ruas um líder camponês, um grileiro, Romário, Dunga, filho e mulher de ex-prefeitos, o prefeito de São Luís, o deputado Sarney Filho e o presidente José Sarney, claro.

Tijolada

O vereador Asael Pereira (PSB-SC) diz que não é dele e-mail Câmara com “filho da puta” para o blog Tijoladas do Mosquito, vai entrar na Justiça para tirá-lo do ar e foi ele quem registrou queixa na polícia.

Pensando bem…

…será um limpeza e tanto na política se o Brasil reduzir em 40% a emissão de “poluentes” até 2020.

PODER SEM PUDOR
Quem deve, teme

Certa vez, quando se aproximava do seu gabinete no Senado, ACM empalideceu: havia uma multidão de repórteres e cinegrafistas no corredor. O babalaô não sabia que eles aguardavam a reunião dos líderes aliados com Aloizio Mercadante (PT-SP), seu vizinho, sobre a votação da reforma da Previdência. Mas como quem deve teme, ACM foi logo perguntando:

– O que eu fiz, desta vez?

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