• 14 nov 2009
  • Postado por Tiago

“O incidente veio para que o presidente Lula baixe um pouco o tom”

Pedro Simon (PMDB-RS), sobre o apagão, que pode deixar o governo mais ‘humilde’

Vox Populi: Aécio na frente pela primeira vez

Pesquisa espontânea do instituto Vox Populi mostra o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), pela primeira vez à frente dos rivais. À pergunta “qual o seu candidato a presidente”, feita a dois mil eleitores em todo o Brasil, 13% citaram espontaneamente Lula, Aécio 11%, José Serra (PSDB) 10%, Dilma Rousseff (PT) 6%, Ciro Gomes (PSB) 3%, Marina Silva (PV) 2%, Heloisa Helena (PSOL) 1% e Não sabem 53%.

Pesquisa recente

A pesquisa do instituto Vox Populi, que será divulgada pela revista IstoÉ deste fim de semana, foi fechada no último dia 2.

Recall

Aécio Neves não ficou surpreso com a pesquisa Vox Populi. Ele disse que tem recebido “um recall impressionante” de sua pré-candidatura.

Velha de guerra

O marketing Dilminha paz e amor apagou de vez: respondeu com um irritado “minha filha” à pergunta de uma repórter de TV sobre o apagão.

Que apagão?

O apagão surpreendeu de férias, em Barcelona, o presidente do ONS, o Operador Nacional de Sistemas. E ele continua se fingindo de morto.

Battisti: discrição contra o grito, no Supremo

A discrição do advogado Nabor Bulhões, que defende o Estado italiano na extradição do terrorista Cesare Battisti, contrasta com Luiz Carlos Barroso, defensor do bandido, adepto do “trial by media” (julgamento pela imprensa). Bulhões até saiu de Brasília para evitar o assédio de jornalistas estrangeiros, sobretudo italianos, até que o ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, desempate o jogo, na quarta-feira (18).

Elogio ao crime

Além de meter o Brasil nesse vexame internacional, a turma de Cesare Battisti tenta ganhar no grito literalmente, berrando na porta do STF.

Deu zebra

Lula anda chateado. Diz que o ministro Tarso Genro (Justiça) garantiu que Cesare Battisti, o terrorista, venceria de lavagem no STF. Humm…

Sob pressão

Os franceses esperam que hoje, em Paris, Lula confirme o que afirmou perante Nicolas Sarkozy, em setembro: a compra dos caças Rafale.

‘Zen’ problema

A ala petista pró-Ciro Gomes (PSB-CE) procura um vice para o possível candidato ao governo paulista. De preferência bem “zen”, como contrapeso à conhecida boca nervosa do “paulistense”.

As artes de Lobão

O ministro Edison Lobão (Minas e Energia) é tratado com preconceito no eixo Rio-São Paulo, até por ser nordestino, mas Lula discorda: “Se soubesse que ele era tudo isso, eu o teria nomeado há mais tempo”.

Chama o Ahmadinejad

O Greenpeace denunciou que dia 28 de outubro vazaram 30 mil litros de urânio da mina da Indústrias Nucleares do Brasil em Caetité (BA), que abastece Angra I e II. Teme-se água contaminada.

Alvo olímpico

Até o jornal Telegraph Herald, da pequena cidade de 57 mil habitantes Dubuque, Iowa (EUA), questiona o apagão no Brasil. E ainda indaga se o Brasil tem competência para sediar as Olimpíadas de 2016, no Rio.

Quatro cavaleiros

As quatro ações de empresas brasileiras mais recomendadas para a compra na Bolsa de Nova York são: Petrobras, Gafisa, Pão de Açúcar e a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo.

A marcha da insensatez

Manifestantes com bandeiras da Palestina e do Líbano chamaram de “Hitler” o presidente de Israel Shimon Peres, em visita a São Paulo.

Como saudarão o porralouca Ahmadinejad, do Irã, quando ele chegar?

Ibaneis nega

Candidato à presidência da OAB-DF, Ibaneis Rocha lamenta que o ex-presidente nacional da OAB Reginaldo de Castro “tenha voltado aos tempos de censor”, ao atribuir a ele a nomeação do parente Antonino Rocha na Caixa dos Advogados do DF: garantindo que não ocupava cargo de direção na Seccional.

No papel

O BNDES informa que não liberou recursos para a “Universidade do Empreendedor”, projeto do deputado federal Vicentinho (PT), que incluía a Uniban, onde ele estudou e da qual foi garoto-propaganda.

Pensando bem…

…a candidatura da ministra Dilma está apagadinha, apagadinha…

PODER SEM PUDOR

Falando de amor

O ex-xerife Romeu Tuma também ama. Na campanha de Barros Munhoz ao governo de São Paulo, em 1994, ainda pouco habituado a comícios, Tuma quase chorou pregando “mais amor” entre as pessoas. Confessou amar todo mundo – “minha mulher, as pessoas, o candidato Barros Munhoz…” O então governador Luiz Antônio Fleury Filho ponderou, depois:

– Olha, Tuma, falar de amor é uma boa ideia, mas é melhor eliminar aquela parte sobre amar o Barros Munhoz. É capaz de alguém entender mal.

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