• 07 dez 2009
  • Postado por Tiago

Jean Charles foi vítima de ‘erro de delação’

A embaixada do Brasil em Londres recebeu uma informação surpreendente: o brasileiro Jean Charles de Menezes, executado pela polícia londrina com sete tiros na cabeça, em junho de 2007, teria sido vítima de um erro de delação. Um agente do Mossad, serviço secreto israelense, teria delatado por equívoco como “suspeito de terrorismo”. Caçado nas ruas de Londres, ele acabou executado sumariamente.

A explicação

Os policiais assassinos foram absolvidos porque, a rigor, não erraram: eles seguiram a identificação de Jean Charles feita pelo Mossad.

SOS Mossad

Sem estrutura de inteligência confiável, a Scotland Yard pediu socorro ao Mossad para identificar suspeitos de terrorismo em Londres.

Orgulho ferido

Fonte diplomática brasileira observa que o orgulhoso governo britânico jamais admitiria haver recorrido ao serviço secreto de outro país.

Estranho

Causa estranheza o erro do Mossad, reconhecido como o melhor serviço de inteligência do planeta.

Plano bilionário da Marinha é coisa de doido

A Marinha do Brasil elaborou um Plano de Reaparelhamento, dentro da END (Estratégia Nacional de Defesa), criada pelo ex-ministro Mangabeira Unger, que contempla uma esquadra no Norte/Nordeste e implantação de bases navais na Amazônia e Base de Submarinos para patrulha de campos de petróleo, inclusive para proteger o Pré-sal. O problema são os custos espetaculares do devaneio: US$ 91 bilhões.

Missão impossível

Há duas semanas do recesso parlamentar, deputados e senadores ainda tentarão instalar a CPI do MST e votar os projetos do Pré-sal.

Sacudindo a poeira

A campanha Brasília Limpa não tem data para acabar. O objetivo do sindicato das agências de propaganda é a autoestima da população.

Nossa grana

O Senado Federal vai gastar no próximo ano quase R$ 80 mil com peças e partes para consertar banheiros.

Encruzilhada

A oposição em Cruz das Almas (BA) ameaça instalar CPI das obras públicas em período eleitoral. Inacabadas, teriam irrigado a campanha do prefeito petista reeleito Orlando Peixoto, que nega, claro.

Auditores querem…

Auditores da Controladoria-Geral da União não querem o retorno do ex-secretário adjunto de Saúde do DF Fernando Antunes, presidente licenciado da União dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle.

…punição para Antunes

Citado no “DEMsalão”, Fernando Antunes preside o PPS-DF e ajudou a fundar a ONG Transparência Brasil. Ele já foi condenado em primeira instância a devolver R$ 200 mil desviados de condomínio em Brasília.

Fontes de recursos

Durval Barbosa aponta a Cia. Elétrica de Brasília (CEB), BRB (Banco de Brasília), Codeplan, Instituto Candango de Solidariedade e Metrô como fontes de dinheiro na campanha de Arruda, um opositor, ao governo.

Lava roupa todo dia

A Presidência da República, a vice-presidência e o anexo do Itamaraty renovam por R$ 132,4 mil as colchas, cobreleitos, toalhas de mesa e jogos americanos em puro linho bordado a mão com “richelier”(sic).

Corrente pró-bandido

Amigos do terrorista Cesare Battisti tentam cem mil assinaturas on-line para pedir a Lula “asilo político sob responsabilidade presidencial” para o bandido. Ele poderia trazer a família e trabalhar. Até agora têm 619.

Pensando bem…

…é um buraco na camada do Erário a comitiva de quase 800 pessoas que o Brasil levou à conferência do clima, em Copenhage.

‘Tolerância zero’ pegou…

O contribuinte carioca não tem motivos para festejar a milionária consultoria do ex-prefeito de Nova Iorque Rudolph Giuliani. O autor do plano de tolerância zero não foi ele, mas Howard Safir, que acabou demitido porque o sucesso do plano ofuscava o marqueteiro Giuliani.

…a turma de Giuliani

Após demitir o criador do tolerância zero, Rudolph Giuliani nomeou um Ed Norris, que depois seria preso por afanar o contribuinte. Giuliani nomeou então para chefiar a polícia de NY seu próprio guarda-costas, mais tarde desmascarado por ligações com a máfia. Tutti buona gente.

PODER SEM PUDOR

Camuflagem natural

Fernando Gabeira (PV-RJ) promovia na Câmara, certa vez, a exibição de um vídeo que apoiava o seu projeto sobre o direito ao naturismo. Encontrou no corredor o deputado Jair Bolsonaro (RJ), militar da reserva do Exército:

– Vamos lá ver a fita sobre nudismo, Jair. Está cheio de milicos peladões.

– Da Marinha ou da Aeronáutica? brincou Bolsonaro.

– Como vou saber? Estão todos nus.

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