• 17 dez 2009
  • Postado por Tiago

“O governo Chávez contamina o bloco”

Senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), sobre a entrada da Venezuela no Mercosul

CGU investiga deputados em novo escândalo

A Controladoria-Geral da União passa o “pente fino” em 1.500 eventos realizados, só este ano, com recursos do Ministério do Turismo. Nessa investigação, estão sob suspeita centenas de eventos custeados com verbas de emendas parlamentares. Deputados como João Magalhães (PMDB-MG) deverão ser solicitados a explicar custos elevados e até por que eventos patrocinados nem sequer foram de fato realizados.

Nome citado

O deputado João Magalhães teve ser nome citado em outro escândalo de desvio de recursos na Operação João de Barros, da Policia Federal.

Operador

João Magalhães foi apontado pela PF como o principal operador de um esquema fraudulento que desvio R$ 700 milhões de verbas do PAC.

Cooperação

Os ministros Jorge Hage (CGU) e Luiz Barreto (Turismo) se reuniram para combinar mútua cooperação na investigação do escândalo.

Sigiloso

A CGU encaminhou o caso à PF e ao Ministério Público, que pediram a quebra de sigilo dos envolvidos.

‘Eldorado’, Carajás não se descola do Pará

O Senado aprovou, mas a Câmara impediu um plebiscito para criação do estado de Carajás, sul do Pará, proposto pelo deputado Geovanni Queiroz (PDT-PA), para quem a região “se desenvolveu extraordinariamente”, mas seus 1,3 milhão de habitantes em 39 municípios “vivem inúmeras deficiências” em saneamento, transporte e energia elétrica. Seria “o fim da exploração” pelos governos do Pará.

‘Não’ dos grandes

Carajás tem a maior reserva mineral do mundo e a represa de Turucuruí. Deputados de SP, Minas e Rio votaram contra o plebiscito.

Enrolação

Após três meses de espera, pressão do presidente Lula e da ministra Dilma, os projetos do Pré-sal serão votados na Câmara… em fevereiro.

Nossa grana

O Palácio do Planalto comprou de uma importadora, por mais de R$ 30 mil, dois scanners de produção.

Conchavo à mesa

O ministro José Jorge, do Tribunal de Contas da União, almoçou ontem com o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Maldade na mesa ao lado: “Devem estar combinando as obras do PAC que vão parar…”

A volta dos que não foram

O ex-presidente nacional do DEM Jorge Bornhausen luta para retirar o nome do amigo e parceiro Jonas Barcelos, dono da Brasif, do escândalo de corrupção no governo de Brasília. Mas tarefa é difícil.

Xô, tucano

Discutia-se na Câmara um projeto doando aviões Tucano ao Paraguai e o deputado Flavio Dino (PCdoB-MA) foi logo avisando: “Sou a favor de exportar não apenas três, mas todos os tucanos para o Paraguai…”

Fascistas raivosos

Na Conferência de Comunicação (Confecom), que se realiza em Brasília, grande parte dos que defendem teses de inspiração fascista, como “controle social” da mídia, são figuras bizarras e cheias de rancor por não terem espaço na imprensa. Sobretudo por incompetência.

Duas canoas

O diretório do PSB-SP vai pedir hoje uma definição do anunciado pré-candidato ao governo paulista Ciro Gomes. O partido se diz “imobilizado”, até porque está louco apoiar o empresário Paulo Skaf.

Onde estou?

O diretor, autor e ator José Celso Martinez chegou a Brasília, terça à noite, com dois desejos: comer pequi e falar com Lula. Mas o presidente escafedeu novamente para o exterior. Foi a Copenhague.

Aparências enganam

Quem vê cara, não vê coração. O governador tucano José Serra, que negou uma “crise conjugal” após demitir a assessoria do Fundo de Solidariedade, presidido pela mulher, Mônica, é um galanteador irremediável, segundo os amigos. Seu digamos, charme, é irresistível.

Chororô suspeito

Senadores do DEM amigos da empresa espanhola Telefónica anunciam que vão investigar no Senado a compra da GVT pela concorrente francesa Vivendi, que ofereceu mais e levou a empresa.

Pensando bem…

…o Zelaya merecia ganhar umas rabanadas na embaixada neste Natal.

PODER SEM PUDOR

Por dois votos apenas

Em viagem ao Japão com a mulher, em plena campanha eleitoral de 1990, o jurista Dalmo de Abreu Dallari acabou impedido de retornar a tempo de votar no filho, vereador Pedro Dallari (PT) candidato a deputado estadual, em São Paulo. Telefonou-lhe explicando o impedimento, e o filho brincou:

– Tudo bem, pai. Mas se eu não for eleito por dois votos, é melhor o senhor arrumar uma boa universidade em Osaka para ser reitor…

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