• 15 jan 2010
  • Postado por Tiago

“Essa questão do caça não é uma questão comercial comum”

Presidente Lula, sobre a compra dos caças Rafale, oferecidos à Índia pela metade do preço

Força de Lula deixa Serra inseguro para 2010

O governador de São Paulo, José Serra, pré-candidato do PSDB à presidência da República, tem demonstrado insegurança quanto às próprias possibilidades eleitorais. Ele se isolou do partido, recusando-se a assumir a candidatura, mas nas poucas conversas com aliados ele revela surpreendente insegurança ante da força eleitoral do presidente Lula e o crescimento da petista Dilma Rousseff nas pesquisas.

Medo dos 35%

O maior temor de José Serra é Dilma Rousseff atingir os 35% nas pesquisas. Se isso ocorrer, o governador paulista cai fora da disputa.

Estado policial

Em conversas com amigos e aliados, José Serra se queixa também do “estado policialesco” implantado por Lula para acuar adversários.

FHC critica

O ex-presidente FHC é um dos críticos do imobilismo de José Serra. Acha que está passando da hora de ele concretizar sua candidatura.

Na ativa

O majestoso “Sucatão” foi o avião que levou bombeiros brasileiros ao Haiti. Fabricado em 1968, o Boeing 707 é orgulho dos pilotos da FAB.

Deputados suspeitos controlam o Detran-DF

O presidente da câmara legislativa do DF, Leonardo Prudente (ex-DEM), aquele que enfiou dinheiro nas meias e aparece em vídeo rezando aos deuses da pilantragem, está entre os deputados suspeitos que indicaram os atuais dirigentes do Detran-DF, que fatura mais de R$ 200 milhões por ano. Outros ligados ao recente escândalo, como Milton Barbosa (PSDB), irmão de Durval Barbosa, controlam áreas do Detran.

Loteria

A empresa, do filho de Prudente, recebia R$ 2,4 milhões do Detran até 2007. Após ele virar presidente da câmara, passou a R$ 19,6 milhões.

Faturando alto

No DF, há 1,1 milhão de veículos, mas somente em 2009 a “Indústria Detran S/A” aplicou 1,3 milhão de multas.

Lei ignorada

Ao contrário do que determina o código Brasileiro de Trânsito, o Detran-DF não aplica o produto das multas em campanhas educativas.

CPI da Corrupção

A CPI da câmara legislativa, criada para “investigar” (sic) o escândalo na política do DF, consumiu sua primeira sessão, ontem, discutindo a própria denominação. A ala governista impôs “CPI da Codeplan”, órgão que foi dirigido por Durval Barbosa. Mas é CPI da Corrupção mesmo.

Blindagem

O comando do exército tem afastado dos jornalistas, em Brasília, os familiares de militares que ainda são considerados desaparecidos no Haiti. Até agora, foram confirmadas 14 mortes.

Serra cultural

José Serra esteve sozinho no Rio para conversar com Cesar Maia, e ir ao lançamento do livro “Charles Möeller & Claudio Botelho, Os Reis dos Musicais”, onde conversou com Sérgio Cabral (pai), uma grande figura. Foi também ao teatro, mas chegou atrasado e nem entrou.

Repaginado

O sisudo diretor da polícia Civil do DF, delegado Cléber Monteiro, pediu licença para se tratar com o nutrólogo Marcos Sandoval. Vai encarar repaginado a campanha para deputado federal pelo PPS.

Em vão

O senador Valter Pereira perambulou pelo senado, na quarta, procurando algum companheiro. Esteve em Brasília para saber como anda a liberação das emendas de 2009. Só encontrou sua sombra.

No balcão

O ex-ministro Murilo Badaró contou ao jornalista Petrônio Gonçalves o desafio de um amigo, dono de bar em Minas Nova (MG), a um bêbado: “Quanto é 51 dividido por dois?” E o bêbado: “Meio litro para cada!”

Cabo de novo

O vice-presidente da câmara legislativa do DF, deputado cabo Patrício (PT-DF), retomou a patente de cabo. Ele foi expulso da PM após uma greve em 2000, mas está entre os anistiados por Lula em oito estados.

Para otário ver

A CPI da Corrupção da câmara legislativa do DF faz lembrar a máxima do Barão de Itararé: “De onde menos se espera, daí é que não sai nada”.

PODER SEM PUDOR

Limpeza proibida

Em lugar de homenagear o empresário Michel Klein, ao encontrá-lo num evento da Casa Hope, em São Paulo, a ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy optou pela descortesia, chamando o “rei do varejo”, um dos maiores contribuintes do país (ele é dono das Casas Bahia), de “campeão de multas”. Ele devolveu:

– Melhor do que ser campeão da ineficiência e da burocracia.

Tudo porque seu Michel gosta de renovar a pintura externa de sua loja no centro de São Paulo, mas a prefeitura dificulta e retarda a autorização. Ele faz a opção pela limpeza e ordena a pintura, e por isso acaba multado.

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