• 19 jan 2010
  • Postado por Tiago

“É o caminho que se apresenta mais natural para mim”

Governador tucano Aécio Neves (MG), sobre a disputa ao Senado nas eleições deste ano

Crise: Dilma pode trocar Santana por Duda

O marqueteiro João Santana, responsável pela campanha de reeleição do presidente Lula, está a um passo de abandonar o trabalho que vem prestando ao PT. Seu relacionamento com a presidenciável Dilma Rousseff, que já não era bom, piorou muito depois que ela se reuniu com o marqueteiro Duda Mendonça, comandante da campanha de Lula em 2002. Duda foi levado a Dilma pelo ex-ministro José Dirceu.

Opção preferencial

Interlocutores da ministra Dilma Rousseff afirmam que ela prefere confiar a Duda Mendonça sua campanha para presidente.

Assédio eleitoral

João Santana tem sido assediado por diversos candidatos a governador e até para atuar na próxima campanha presidencial da Argentina.

Nada de lógico

A Casa Civil da Presidência torrou R$ 416 mil para a instalação da “infraestrutura da rede lógica” do órgão.

No passado

O juiz do TJ-DF que afastou o deputado das meias, Leonardo Prudente, da Câmara do DF, era secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça.

PSDB já acha que Dilma vai liderar em março

Pesquisas do próprio PSDB já apontam a liderança de Dilma Rousseff no Norte e no Nordeste. Nessas regiões, onde o presidente Lula bate recordes de aprovação, com índices que ultrapassam os 85%, ela passou governador tucano de São Paulo, José Serra, e abriu vantagem. Assessores tucanos prevêem que a candidata, já em março, poderá assumir a liderança nas pesquisas em todo o País.

Reeleição

O crescimento de Dilma Rousseff nas pesquisas reforça a tendência de José Serra desistir da disputa presidencial para tentar a reeleição.

Tarefa fácil

Com índices de aprovação superiores a 70%, José Serra não teria dificuldades para se reeleger, acreditam seus assessores.

Açúcar caro

A maior refinaria de açúcar da Índia, a Shree Renuka Sugars, negocia a compra do grupo brasileiro Equipav, por quase R$ 400 milhões.

Sim, senhor

Após chefiar durante anos o contingente militar da ONU no Haiti, o Brasil simplesmente cedeu espaço à ocupação americana, que chegou botando banca e fechando o aeroporto até… para aviões brasileiros.

Força auxiliar

O comandante do Exército, Enzo Peri, admite dobrar o número de soldados no Haiti, passando a pouco mais de 2 mil. Só o primeiro porta-aviões dos EUA chegou em Porto Príncipe com 5 mil homens.

Cavalgaduras semânticas…

Nelson Jobim tem a delicadeza de um elefante e a graça de um tanque de guerra. Em 2009, ignorando o estado de choque pela queda do voo Air France no Atlântico, o ministro da Defesa trovejou: “O que estamos fazendo aqui é a busca de sobreviventes, ou melhor, de restos…”

…fazem o estilo Jobim

Na sexta-feira (15), ao retornar de Porto Príncipe, o ministro Nelson Jobim foi sutil como uma broca de dentista: “Falar em sobreviventes, no Haiti, é eufemismo”, ignorando a superação de quem suporta a dor, os escombros, a fome, o desastre e teima em ficar vivo.

Omissão

Pega muito mal a omissão da Polícia Militar do DF e do Exército, que ignoram o desaparecimento no Haiti de tenente PM Cleiton Batista Neiva, integrante da Minustah. É como se ele não existisse.

Desembarcando

Nem o abandono da política anunciado pelo vice-governador do DF, Paulo Octavio, estimulou o ex-governador Joaquim Roriz, líder nas pesquisas. Ele sinalizou a amigos que não quer mais ser candidato.

Quase lá

A oposição nunca esteve tão próxima de voltar ao governo no DF. Com José Roberto Arruda e Paulo Octávio fora da disputa e Joaquim Roriz ameaçando cair fora, o petista Agnelo Queiroz está com a mão na taça.

Efeito-estufa

Pesquisa da Universidade de Brasília constatou que no município de Feliz Natal (MT) o desmatamento responde por quase 100% das emissões que provocam o efeito-estufa.

Pensando bem…

… daqui a pouco não vão sobrar candidatos ao governo do Distrito Federal.

PODER SEM PUDOR

Acerto de contas

Sem dinheiro para a campanha à reeleição, em 1954, o deputado Paulo Pinheiro Chagas (PSD-MG) acertou uma espécie de “cheque especial” com um primo, gerente de banco em Belo Horizonte. Precisou, passava cheque. Ao final da campanha, gastou mais do que o gerente esperava. Mas foi salvo por um bilhete premiado de loteria, que lhe daria uma quantia maior que a dívida. Jogou o papelzinho sobre o birô do primo, num gesto teatral:

– Carrasco dos endividados, receba, pague e credite!

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