• 09 maio 2009
  • Postado por Tiago

“Quem tem de sair do conselho [de Ética] é o Sérgio Moraes”

Deputada Solange Vieira (DEM-RJ), sobre o deputado que “se lixa” para a opinião pública

Petistas estimularam invasão da Funasa

A invasão na Funasa, esta semana, foi estimulada por petistas ligados ao ex-presidente da Câmara Arlindo Chinagliia, como o Cid Marcondes de Oliveira, chefe adjunto da própria Fundação Nacional da Saúde, órgão do governo Lula. Ele é substituto de Raze Razeck, cuja saída era exigida pelos índios. O Planalto descobriu que Cid fornecia a alimentação e até transportou índios em veículo da Funasa para fazer número, na invasão.

Fogo amigo

“Movimento PT” é a facção radical que estimulou o “protesto dos índios”. Faz parte dela, além de Chinaglia, o ministro Tarso Genro (Justiça).

Amigo sob fogo

O chefe da Funasa-SP, Raze Razeck, produtor rural em Barretos, foi indicado por Michel Temer, presidente da Câmara, aliado do governo.

Tutti buona gente

Também estava por trás da invasão ao prédio da Sunasa-SP a ONG de influência petista Cimi, braço da Pastoral Indígena, da CNBB.

Perguntar não esfola

Por que o deputado federal Sérgio Moraes, “se lixando para a opinião pública”, não tenta “se roçar nas ostras”, como dizia o Pasquim?

Caso Zoghbi: investigação é legítima, diz Kakay

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro (Kakay), defensor do casal Zoghbi no rolo do Senado, disse a esta coluna que seus clientes não temem investigação da Polícia Federal. Mas ele afirma que a atuação da Polícia Legislativa é legal e legitimada pelo acompanhamento de um representante do Ministério Público Federal. Ontem, foi ouvida a babá de 83 anos que seria a “laranja” de João Carlos Zoghbi na empresa Contact.

Representante

Além de representar oito bancos que emprestam a servidores, a empresa de Zoghbi era a corretora que fazia seguros de carros e vida do Senado.

Só na ditadura

José Sarney não quis a Polícia Federal investigando o caso por considerar que só se viu policia no Congresso em tempos de ditadura.

Empacou

O PAC da candidata Dilma Rousseff só concluiu 31% das obras projetadas para São Paulo, governado pelo adversário José Serra.

Forças desarmadas

Oficiais do Exército se revoltaram ontem com o audacioso assalto a uma agência bancária no Forte Apache, o QG do Exército. Eles se queixam do progressivo afrouxamento das Forças Armadas; desaparelhadas, desmotivadas e agora desmoralizadas com o vexame histórico.

‘O vampiro de PTdorf’

Em reunião a portas fechadas ontem, do diretório nacional do PT em Brasília, o ex-tesoureiro Delúbio Soares “abalou” o partido dizendo que “enfrentou pelotão de fuzilamento moral”. Foram balas de prata?

Fim de linha

Com mandado de busca internacional, o brasileiro Joaquim Sousa Leão Neto, 42, aguarda extradição em cadeia na Itália. É acusado no Tribunal de Justiça do Espírito Santo de suposto tráfico para a prostituição.

Além de tudo, ausente

O deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), que “não tem medo” de absolver o deputado do castelo, faltou a metade das reuniões das comissões que integra e fez só três proposições. Nenhuma foi aprovada pela Câmara.

Central de boatos

O Planalto soube que a falsa “demissão iminente” do ministro José Múcio (Articulação) foi obra de pessoas ligadas ao deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), que faz campanha para ocupar um ministério. Qualquer um.

Como uma rocha

Fundador de uma das maiores construtoras do mundo, Norberto Odebrecht, 95, foi uma das maiores surpresas de um seminário sobre preservação da Amazônia, há dias, em Porto Velho (RO). Foi a todos os eventos, exceto o jantar, às 20h, porque tem o hábito de dormir cedo.

Vida dura

Com loas à inspeção do Conselho Nacional de Justiça, o Tribunal de Justiça do Amazonas suspendeu pagamentos a PMs e diárias dos juízes e servidores e às horas-extras dos aposentados. Isso mesmo: inativos.

O chato

Ao cancelar a visita que faria ao Brasil, o presidente amalucado do Irã preencheu uma grande lacuna.

PODER SEM PUDOR

Ao sabor dos ventos

Em almoço com o tucano Luiz Carlos Hauly (PR), o deputado e mineiro Ibrahim Abi-Ackel comentou as vaias ao presidente Lula, em 2003, lembrando um fato histórico: o Rio de Janeiro viveu em 12 de outubro de 1889 sua maior manifestação popular, na chegada do Imperador D. Pedro II de viagem à Europa para tratar-se de diabetes. O marechal Deodoro da Fonseca lá estava, a beijar a mão do Imperador e a chorar copiosamente, enquanto os cariocas abanavam seus lenços de alegria. Um mês depois, a 15 de novembro, Deodoro proclamou a República. Abi-Ackel conclui:

– O brasileiro exalta numa hora e achincalha na outra. Com uma rapidez tremenda, e sem nenhum pudor.

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