• 20 maio 2009
  • Postado por Tiago

“O PSDB gostaria mesmo é de privatizar a Petrobras”

Ministro Paulo Bernardo (Planejamento), que acusa o partido de querer desmoralizar a estatal

Granulokine provocou as dores de Dilma

Chama-se Neupogen (Granulokine, no Brasil) o remédio que provocou as dores na ministra Dilma Rousseff e a levaram ao hospital. Ela sentiu dores muito fortes que se estendiam da panturrilha ao quadril pelo nervo ciático, principal dos membros inferiores. O remédio é necessário porque aumenta glóbulos brancos na corrente sanguínea, melhorando a defesa contra infecções. É um dos possíveis efeitos colaterais da quimioterapia.

Assim não dá

Além de não diminuir o ritmo de trabalho, Dilma Rousseff não se alimenta direito. Segunda (18), quando passou mal, nem sequer havia almoçado.

Fios brilhosos

Dilma não quis esperar a queda de cabelos e raspou a cabeça. Aprovou a peruca, que imita o antigo penteado, mas achou os fios “brilhosos”.

Primeiro a saúde

José Dirceu está entre os amigos que defendem a diminuição do ritmo de trabalho Dilma. A prioridade é cuidar da saúde dela, diz o ex-ministro.

Investimento perdido

Alguns empresários toparam ir à China com Lula esperando encontrar o ministro Guido Mantega (Fazenda). A ausência dele frustrou o lobby.

Cemig negocia 49% da CEB por R$ 500 milhões

Os governos de Minas Gerais e do Distrito Federal negociam 49% da Cia Energética de Brasília. Os governadores Aécio Neves (PSDB) e José Roberto Arruda (DEM) cuidam pessoalmente da transação: a Cemig (Cia Energética de Minas) pagaria R$ 500 milhões pela participação acionária na CEB, dos quais R$ 200 milhões seriam usados para saldar dívidas e o restante investido na rede de energia no DF, uma das piores do País.

Pressão da marola

O desemprego gerado pela crise econômica elevou a inadimplência. O comércio já registra crescimento de 10,08% no calote no quadrimestre.

Lula no forró

Lula confirmou que vai à abertura do São João de Caruaru (PE), dia 30. Pretende levar Dilma Rousseff, se o estado de saúde dela o permitir.

Agiotas no poder

Em países que enfrentaram o tsunami a taxa de juros é próxima de zero. No Brasil, os juros do cheque especial atingem 170% ao ano no.

FAB S/A

A FAB está cobrando R$ 800 mil do Ministério do Desenvolvimento para levar o ministro Miguel Jorge, empresários e diplomatas à Nigéria, Guiné Equatorial, Gana e Senegal de 7 a 12 de junho. A TAM quer 30% a mais.

CNMP é fraquinho

Além do cerco a privilégios, a força-tarefa nos tribunais de Justiça, para melhorar os serviços nos Estados, mostra que o Conselho Nacional de Justiça justifica plenamente sua existência, ao contrário do Conselho Nacional do Ministério Público. O CNMP ainda não disse a que veio.

São uns amores

Americano é muito bonzinho. Ao desembarcar nos EUA, um turista de Brasília encostou sua mão, sem querer, na mesa do sujeito da Imigração e o brutamontes gritou: “Tire suas mãos contaminadas da minha mesa!”

Imposto ‘cumpanhêro’

A Anatel arranca de concessionários e permissionários de radiodifusão e telecomunicações um novo tributo, a “Contribuição para Incremento da Radiodifusão Pública”, para a TV do Lula. Até radioamador vai pagar.

Mensalão no cinema

Produtor de “Tropa de Elite”, Marcos Prado planeja um filme sobre o mensalão, a partir das revelações do presidente do PTB, Roberto Jefferson. Tem gente em Brasília que pagaria (caro) para não aparecer.

O rei do gado

Após fazer apologia da maconha, o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) produz outro factóide, agora em Rondônia, capturando bois em áreas de preservação. Na última presepada do gênero, no Pará, fez o contribuinte gastar R$ 1 milhão para manter o gado confinado por dois meses.

Balança torta

Pelo sexto mês consecutivo, a arrecadação federal teve queda de 8,5% em abril. No outro lado da balança, as despesas da União aumentaram 15,3% no quadrimestre de janeiro a abril.

Nem pensar

Diante da fusão da Sadia com a Perdigão, no que vem ocorrendo na vida parlamentar, vale lembrar o conselho do estadista alemão Von Bismarck: “Não queira saber como são feitas a salsicha e a política.”

Empregos em perigo

A fusão da Sadia com a Perdigão deve provocar enxugamento nas duas empresas. Ou seja: para crescer, vão cortar a própria carne.

PODER SEM PUDOR

Medo de virar Geni

Em 1995, após um encontro político em Ribeirão Preto (SP), o deputado João Mellão ofereceu carona ao colega Corauci Sobrinho. Fez mais: ofereceu-lhe a chance de dirigir o seu magnífico Jaguar. Ele recusou:

– Nem morto. Se me virem dirigindo esse carro, vou ser apedrejado!

Sentou no banco do carona enquanto Mellão, orgulhoso, discorria sobre o carrão, até notar que ele estava agachado, quase sentado no assoalho.

– Estou amarrando o sapato… – desculpou-se Corauci.

Mellão soltou uma gargalhada: o sapato do colega não tinha cadarços.

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