• 26 maio 2009
  • Postado por Tiago

“Não tem plano A, B ou C. Temos plano D de Dilma Roussef”

Governador do Rio, Sérgio Cabral, sobre os planos do seu partido, o PMDB

Hillary impôs derrota a Ellen Gracie

Foi da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, a decisão de derrotar a ministra do STF Ellen Gracie, candidata do Brasil à Corte de Apelações da Organização Mundial do Comércio. A decisão seria uma retaliação à ameaça brasileira de não cumprir o Acordo de Haia, que obriga o País a devolver ao pai americano o garoto Sean Goldman, cuja mãe brasileira faleceu. Há meses, Hillary se associou ao pai do menino.

Brasileirinhos

Graças ao Acordo de Haia, desde 2003 a Advocacia-Geral da União repatriou 22 brasileirinhos, sendo sete dos Estados Unidos.

Litígio

Pesou na derrota da ministra Ellen Gracie na OMC o fato de o Brasil estar em permanente litígio com os EUA, que são o fiel da balança.

Como vara verde

Com medo além do razoável da CPI da Petrobras, o presidente da estatal, Sérgio Gabrielli, faz o Planalto se empenhar em sua “blindagem”.

Corte doloroso

O setor industrial cortou mais investimentos, num total de R$ 25 bilhões para 2009. A confiança do empresariado continua nos armários da crise.

Unesco: França apoia brasileiro; o Brasil, não

O presidente Nicolas Sarkozy escreveu ao colega do Egito, Hosny Mubarak, informando a decisão de retirar o apoio da França ao egípcio Farouk Hosny, e apoiar o brasileiro Márcio Barbosa para a direção-geral da Unesco, órgão das Nações Unidas para educação, cultura e ciência. Traído pelo ministro compatriota Celso Amorim, Barbosa recebeu a notícia, durante visita do amigo Jean Paul Sarkozy, irmão do presidente.

Recuo digno

Assim como Nicolas Sarkozy recuou do apoio ao egípcio, nada impede que Lula faça o mesmo e apóie a candidatura do brasileiro na Unesco.

Elitista esnobe

Celso Amorim torce o nariz porque Márcio Barbosa não é diplomata: disse que ele é só um “funcionário” (concursado, faltou dizer) da Unesco.

Fogo na mata

A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, lidera a reação à medida provisória 458, transferindo terras da União na Amazônia, sem licitação.

Foi melhor assim

A ministra Ellen Gracie perdeu para um mexicano a vaga na corte de apelação da Organização Mundial do Comércio, mas foi melhor para o Brasil, que preserva uma excelente juíza no Supremo Tribunal Federal.

Mãe no estaleiro

A ministra Dilma Rousseff, mãe do PAC, às voltas com tratamento de um câncer, deve ser a grande ausente, sexta, na inauguração de obras do programa no Rio. Lula e o governador Sérgio Cabral vão fazer a festa.

A vida como ela é

Recupera-se bem o superintendente do Sebrae-DF, Flávio Queiroga, que descobriu na enfermidade a vida como ela é: colegas de trabalho não param de conspirar para assumir seu cargo.

Guerra aos pombos

O Supremo Tribunal Federal pagou R$ 822 por um tubo de repelente para afastar os pombos que rondam a Praça dos Três Poderes. O bicho pode ser símbolo da paz, mas, rato de asas, transmite doenças.

Devaneios autoritários

Os semi-ditadores Hugo Chávez (Venezuela) e Rafael Correa (Equador) tramam um órgão “fiscalizador” que amordace a imprensa. Poderiam pedir a Lula uma cópia do natimorto projeto do tal “Conselho Nacional de Jornalismo”, de inspiração fascista, que acabou na lixeira da História.

Arrogância dá nisso

Diretores da Petrobras sempre ficam arrogantes. Em represália a essa atitude, o Senado se rebelou durante o governo João Figueiredo e barrou o presidente da estatal, Shigeaki Ueki, para ser embaixador na Europa.

PMDB no muro

O líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves (RN), reúne amanhã em sua casa de Brasília, governadores e parlamentares do partido. Para discutir sucessão presidencial e a aliança cada vez mais difícil com o PT.

Paraíso da impunidade

Outro bandido italiano apela para o sentimento paternal do ministro Tarso Genro (Justiça): o mafioso Leonardo Badelamanti quer tratamento de exilado político. Afinal, se o terrorista-homicida César Battisti conseguiu…

Põe na coleção

A vitória do mexicano Ricardo Ramirez para a corte da OMC apoiado por chineses e americanos, é mais uma derrota da política externa brasileira.

PODER SEM PUDOR

Um suplente de matar

Em 1995, um voo entre Brasília e São Paulo com escala em Uberaba, provocou pânico entre os passageiros, com intensa turbulência. Quando tudo acabou, o mineiro Olavo Drummond, ex-prefeito de Araxá, brincou com o deputado Hugo Rodrigues da Cunha (PFL-MG), branco como papel:

– Você tem medo de morrer?

– Claro! É que você não conhece o meu suplente…

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