• 01 jun 2009
  • Postado por Tiago

“Agora acaba o fair play, a elegância, a ternura”

Senador Álvaro Dias (PSDB-PR), sobre a atuação da oposição na CPI da Petrobras

União ‘desvia’ verbas da Educação

O governo federal “desviou” R$ 29 bilhões de recursos para a área de Educação que deveriam ter sido repassados a Estados carentes, em razão da Lei do extinto Fundef. A conclusão é de auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União. O governo sustou os pagamentos, mas o Governo do Ceará ingressou no Supremo Tribunal Federal exigindo o valor devido. O relator da ação é o ministro Ricardo Lewandowski.

Ação d’ouro

Após Cid Gomes, do Ceará, outros governadores também ingressarão no Supremo para exigir a grana que lhe foi subtraída do Fundef.

Alô, CPI

A Petrobras consegue há dez anos, através de liminares no Supremo, se manter livre para não cumprir as orientações do TCU.

Gazeta

O ministro Tarso Genro (Justiça) parece desinteressado no trabalho. No mês de maio, ele esteve em Brasília apenas durante onze dias úteis.

Quem entrega?

Os Correios fecharam dois contratos, de um ano, com a Brazilian Transportes Aéreos para a rede postal noturna. Valor: R$ 104,5 milhões.

Diplomata tranquiliza petistas: presos, não

Durante homenagem ao ministro Edison Lobão (Minas e Energia) em Londres, há dias, o ex-embaixador do Brasil e Washington Rubens Barbosa, tucano desde criancinha, conversava longe do homenageado com um grupo de brasileiros e disse não entender o pânico dos petistas com a CPI da Petrobras. Atual assessor da Federação das Indústrias de São Paulo, Barbosa saiu-se com esta: “Presos eles não serão”.

Bateu o martelo

O governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), determinou que o PT deve apoiar a reeleição de Tasso Jereissati (PSDB) se quiser ficar no governo.

Preocupação…

A saída para o Tribunal de Contas da União da segunda em comando da Casa Civil, Erenice Guerra, preocupa o presidente Lula.

…gerencial

É que depois do diagnóstico de câncer da ministra Dilma Rousseff, é Erenice quem gerencia as obras do PAC.

Assim não dá

Se a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) contar com o desempenho do PAC como plataforma de campanha, entrou numa roubada. Dos 10.914 empreendimentos do programa, 74% nem saíram do papel.

Desde Vargas

O PT quer investigar a Petrobras durante a gestão FHC. Para Sérgio Guerra (PE), presidente do PSDB, “podem examinar desde Vargas, mas isso não vai desaparecer com as irregularidades do governo Lula”.

Eles não desistem

Lobistas da TAM pressionam a Agência Nacional de Aviação Civil a postergar por dois ou três anos o fim da “tarifa mínima” em vôos internacionais, que garante o lucro das espertas empresas brasileiras.

Esticando a corda

Depois que obrigou os outros bancos a rever a política de juros com a redução de taxas para pessoas físicas, o Banco do Brasil prepara-se para reduzir também as taxas para pessoas jurídicas, em junho.

Viver é perigoso

Guimarães Rosa, que adorava carros de boi e cavalos, faz falta neste momento em que o cidadão não sabe se arrisca um avião e encara as turbulências, ou se pega um carro e enfrenta rodovias esburacadas ou se prefere ficar em casa e esperar por um assalto ou uma bala perdida.

O trem de Serra

O governador de São Paulo, José Serra, lança amanhã o edital para o trem de alta velocidade entre o aeroporto de Guarulhos e o centro da capital. Estimada em R$ 1,5 bilhão, o obra ficará pronta em 2012.

Boa idéia

O governo aprova com entusiasmo a idéia do senador José Sarney de apresentar projeto criando o Estatuto das Estatais, permitindo maior controle por parte do poder público dos gastos destas empresas.

Dinheiro no campo

As trading companies, que já bancaram parte da nossa safra agrícola, estão de volta atraídas pelas comodities. Só a americana Cargill esfrega US$ 500 milhões na cara do Brasil, disposta a financiar plantio de grãos.

Assustador

A crise suína já matou mais de 100 em todo o mundo. No Brasil, morrem em média 86 pessoas por dia em acidentes de trânsito.

PODER SEM PUDOR

Cheri, que cansaço

Júlio Campos (MT) era vice-presidente do Senado e certa vez presidiu uma sessão plenária por quatro horas ininterruptas. Encerrados os trabalhos, ele estava morto de cansado. Sem perceber o microfone ligado, comentou com um assessor, sem a cerimônia que o plenário impõe:
– Cheri (querido, em francês), fechei o balaio.

O plenário caiu na gargalhada.

  •  

Deixe uma Resposta