• 04 jun 2009
  • Postado por Tiago

“Ir ao Supremo é o último recurso”

Álvaro Dias (PSDB-PR) sobre a instalação da temida CPI da Petrobras no Senado

Praça de Niemeyer custaria R$ 100 milhões

Autêntico monumento ao mau gosto, a mais recente criação chancelada pelo arquiteto Oscar Niemeyer para Brasília, a “Praça da Soberania” – um gigantesco tapete de cimento no canteiro central da Esplanada dos Ministérios, com obelisco que mais parece um chifre de rinoceronte com 50m de altura – custaria cerca de R$ 100 milhões (R$ 3 milhões para ele, pelo projeto), segundo estima a Secretaria de Obras do governo do DF.

Ninguém merece

Gentil, o governo do DF alegou “falta de verbas” para recusar a praça de Niemeyer. Mas, além de caro, o projeto foi rejeitado porque é muito feito.

Sem licitação

Há três outros projetos de Oscar Niemeyer em execução no DF, todos vendidos ao governo sem licitação ao custo de R$ 4,5 milhões.

Faturando alto

Niemeyer vendeu ao DF os projetos do Sambódromo (R$ 902,8 mil), da Torre de TV Digital (R$ 2,3 milhões) e da Praça do Povo (R$ 1,3 milhão).

Bagunça

Agência do Banco do Brasil no Ministério das Relações Exteriores expõe um cartaz curioso para a clientela de diplomatas: “Não temos dólares”.

Ministro se recusa a ficar ao lado de Minc

O ministro Alfredo Nascimento (Transportes), indignado com Carlos Minc (Meio Ambiente), nem mesmo admitia sentar-se à mesma mesa, ontem, no 7º Balanço do PAC. Somente cedeu sob pressão da ministra Dilma Rousseff, mas recusou cumprimento a Minc, que o acusara de ligações a empreiteiras. Muito irritado, Nascimento disparou: “Eu já disse por aí que você é viado, para você ficar falando mal de mim?” Minc não reagiu.

Fim de papo

Carlos Minc apenas balbuciou que só teria “relação institucional” com o colega Alfredo Nascimento, que reagiu: “Nem mesmo institucional, nada!”

Verde amarelado

Muito pálido, Carlos Minc ajeitou o colete comprado em feira hippie e amarelou, diante do colega Alfredo Nascimento, um ex-sargento da FAB.

Trapalhão

Além de insultar colegas e produtores rurais, para ele “vigaristas”, Carlos Minc participou de recente marcha, no Rio, de apologia à maconha.

PAC é pouco

Conselheiro informal do presidente Lula, o ex-ministro Delfim Netto diz que o PAC não será suficiente para reanimar a economia. Se o governo pretende números positivos, terá que coçar mais fundo.

Imortais ignorantes?

Na homenagem ao grande poeta cearense, ontem, o cantor Raymundo Fagner disse no Senado que “a única pessoa que não sabe quem é Patativa do Assaré é a Academia Brasileira de Letras.” Pessoa jurídica?

Azarando Temporão

Em São Paulo, esta semana, o ministro José Gomes Temporão (Saúde) foi recepcionado por David Uip, citado como seu eventual substituto. Dr. Uip parecia fazer todo o tempo a expressão “eu sou você amanhã”.

Vaia ou aplauso?

Na quarta (10), o presidente Lula volta ao Recife, seu xodó, para assistir Brasil x Uruguai, a convite do governador Eduardo Campos. Se o jogo fosse no Maracanã, certamente o presidente pensaria duas vezes.

Aviso à praça

A CEB estatal de energia de Brasília, comunicou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que negocia a venda de 50% do seu capital à Cemig, estatal de energia de Minas. O negócio foi revelado nesta coluna.

Frigoríficos congelando

Falências assombram os frigoríficos, que já demitiram quatro vezes mais trabalhadores que a Embraer, que dispensou quatro mil. Tudo por causa do cancelamento de encomendas do exterior. A queda é de mais de 30%.

Cadê o troco?

A União ainda deve aos municípios R$ 142 milhões referentes às perdas nos repasses do Fundo de Participação, surrupiados com as isenções fiscais concedidas na conta do IPI entre janeiro e maio deste ano.

Rejeição é alta

Apesar do crescimento da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) nas pesquisas em relação ao tucano José Serra, o que preocupa os aliados é a rejeição a seu nome: entre 32% e 35%, contra 22% a 26% de Serra.

Pensando bem…

… toda vez que está sumido dos noticiários, o venezuelano Hugo Chávez sempre volta aos holofotes com “planos dos EUA” para assassiná-lo.

PODER SEM PUDOR

Lorota com lorota se paga

O presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, acusado de azeitar sua campanha eleitoral com recursos da estatal, encontrou-se ontem com o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), durante o 7º Balanço do PAC, e foi logo contando lorota:

– Quero deixar claro que não sou candidato ao Senado, ministro…

Geddel fez cara de espanto e respondeu de bate-pronto:

– Não sei por que você me diz isso; afinal, também não sou candidato ao Senado…

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