• 06 jun 2009
  • Postado por Tiago

“Continuo (no governo) firme e forte. Tremei, poluidores”

Ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), garantindo que não vai sair do cargo

Metade do ministério vai disputar eleição

O presidente Lula conta com a saída de 18 dos atuais 37 ocupantes de cargos de nível ministerial. Todos devem se afastar dos cargos em dezembro, cedendo lugar a substitutos a serem escolhidos por Lula em comum acordo com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), única a ficar no cargo até a data-limite do prazo de desincompatibilização, a fim de garantir exposição na mídia ao lado do presidente da República.

Droga de ministro

Após integrar a marcha de apologia ao consumo de maconha, o ministro do Meio Ambiente ganhou um apelido na internet: Carlos Minconha.

Seu dinheiro

O rico governo do Piauí vai investir R$ 1 milhão em um filme sobre a vida do cantor Frank Aguiar, atual vice-prefeito de São Bernardo (SP).

Chuva de dólares

A entrada de dólares totalizou 3,13 bilhões em maio (119% a mais, em relação a 2008). Aplicações no setor produtivo somam US$ 2,75 bilhões.

Eleições

Cerca de 29 milhões de italianos irão às urnas neste sábado e domingo para eleger o presidente e os parlamentares de 62 províncias do país.

Lobby por terrorista envolve até a OAB

O presidente da OAB, Cezar Britto, levará à reunião do conselho federal, segunda-feira (8), no Rio, uma proposta para exigir do Supremo Tribunal Federal que julgue logo o caso do terrorista italiano Cesare Battisti, preso em Brasília por ter sido condenado à prisão perpétua pelo assassinato de quatro inocentes, na Itália. Criminoso comum, ele foi aliciado na prisão pela organização terrorista Proletários Armados pelo Comunismo (PAC).

Mão amiga

O STF examinava a extradição quando o terrorista foi beneficiado por uma portaria do ministro da Justiça concedendo-lhe “asilo político”.

Fique claro

Cesare Battisti não foi julgado e condenado em uma ditadura, mas na Itália, sólida democracia cuja Justiça goza de excelente reputação.

Prazer sádico

Segundo o testemunho de cúmplices do terrorista na Justiça, César Battisti “sentia prazer ao ver o sangue jorrar de suas vítimas”.

A mais lida

Pesquisa anual da FSB Comunicação sobre hábitos de leitura dos deputados federais, divulgada ontem pela Folha de S.Paulo, atesta que esta coluna está entre as mais lidas da imprensa brasileira, com 50%. A coluna Painel, da Folha, vem logo em seguida.

Distorção

O edital de concurso para analista de sistemas e técnico em computação do Tribunal de Justiça do Paraná reserva 10% das vagas para “afrodescendentes” e apenas 5% para deficientes físicos.

Sossego

A família pernambucana pode dormir sossegada. O presidente Fernando Lugo, bispo que não pode ver um rabo de saia, não viajará ao Recife para o jogo Brasil X Paraguai, quarta-feira (10).

Fila parada

Há 7 mil crianças na fila de espera de cirurgia (algumas muito simples), nos hospitais públicos de Brasília, a capital do país cujo presidente diz que o sistema público de saúde “atingiu a perfeição”.

Vergonha

Palavra de diplomata: desmentido pelos fatos no caso do sumiço do avião da Air France, o ministro Nelson Jobim teria feito melhor se deixasse o caso para profissionais: oficiais da Marinha e da Aeronáutica.

Raro consenso

Confederação Nacional da Indústria e Fiesp se uniram para sepultar na Câmara projeto permitindo ao credor de precatório receber antes o valor do título com deságio, quando o papel vai a leilão público.

Preparando o retorno

O ex-ministro da Justiça e advogado criminalista Márcio Thomaz Bastos, acompanha os passos da ministra Dilma Rousseff, sempre que ela vai a São Paulo para o tratamento quimioterápico no hospital Sírio e Libanês.

Põe na conta

Passageiros da TAM (vôo 3112), de São Paulo para Belo Horizonte, tomaram um baita susto, ontem: o avião arremeteu quando praticamente tocava o solo. Segundo a empresa, “não houve nenhuma turbulência”.

Dia D

Hoje é comemorado o 65º aniversário do desembarque das forças aliadas na praia da Normandia, na França controlada pelos nazistas.

PODER SEM PUDOR

O carro como troco

Cansados do lero-lero de uma convenção regional do PSDB, em 1990, Fernando Henrique, José Serra, Sérgio Motta e Walter Feldman decidiram matar a fome numa churrascaria. Apertaram-se no carro de Feldman, um Corcel 1970 em petição de miséria. À saída do restaurante, Feldman coçou o bolso e disse que não tinha como gratificar o manobrista. Serjão sugeriu:

– Ofereça o seu carro. Talvez ele aceite…

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