• Postado por Tiago

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Dão levantou a bola sobre uma CPI no DIARINHO, ontem

Não são só os papais-noéis que pegam fogo em Balneário Camboriú. Na sessão de ontem da Câmara de Vereadores, o clima esquentou e os vereadores encaminharam um requerimento para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Hospital Santa Inês. A administração do hospital é alvo de desconfiança tanto da bancada de situação, como dos opositores, já que a intervenção municipal na bagaça começou no ano passado, ainda sob a administração tucana. O requerimento deve ir para votação na semana que vem.

Quem levantou a bola para a criação da CPI foi o vereador Dão Koedermman (PSDB), durante o discurso de Nilson Probst (PMDB), enquanto o cara falava sobre a situação do hospital. ?Realmente precisamos que se instaure uma comissão para se apurar estes números, para saber como anda esta intervenção, e se a cidade não tem mesmo condições de abrir o Hospital Ruth Cardoso. Para isso, conclamo a participação de todos os vereadores, inclusive os da situação?, disse.

Nilson ignorou a solicitação de Dão, mas logo foi interrompido por outro tucano, Fabrício de Oliveira (PSDB), requisitando a instauração de uma CPI para analisar o andamento da intervenção da prefa. Mais uma vez, Nilson fingiu que não era com ele, e não respondeu a solicitação.

Coube ao líder do governo na Câmara, Claudir Maciel (PPS), descascar o pepino, dizendo que o governo quer sim uma CPI no hospital, e que os problemas são anteriores a gestão do prefeito Edison Periquito (PMDB). ?No ano passado, o salário do administrador do hospital chegou a R$ 15.800, hoje, o mesmo cargo tem salário de R$ 6 mil. Quando a gestão passada assumiu, pegaram o hospital com uma dívida de R$ 8 milhões, e quando saíram deixaram uma dívida de R$ 13 mi. Um aumento de R$ 5 mi em poucos meses, precisa de uma boa explicação?, lascou.

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