• Postado por Tiago

A câmara de vereadores peixeira assinou com o Ministério Público do Trabalho um termo de ajuste de conduta e terá que cortar, até o final de 2012, 24 assessores parlamentares. Atualmente cada um dos 12 vereadores tem direito a contratar seis chegados. Como o acordo, o número cai pra quatro.

O procurador Marcelo Ferlin D’Amboso exige ainda que, se as mudanças pretendidas pela câmara e o senado pra aumentar o número de vereadores virarem realidade, o número de assessores na câmara peixeira não poderá passar de três. O documento exige ainda que, no prazo de um ano, todos os assessores dos vereadores tenham curso superior ou estejam pelo menos frequentando a facul.

Outra coisa que o procurador pretende acabar é com os contratados temporariamente. O documento exige que, pra trampar na câmara, a pessoa tenha que fazer concurso. Até os estagiários terão que ser contratados através de um processo seletivo público pra acabar com a bandalheira. Os admitidos temporariamente terão que largar o osso até 31 de dezembro deste ano.

A multa principal pelo descumprimento do acordo é de 100 mil reales e mais 500 mangos pra cada dia que o legislativo peixeiro ficar fora da lei. O presidente da câmara, vereador Luiz Carlos Pissetti (DEM), não foi localizado na tarde de ontem pra comentar o acordo e explicar como serão feitas as mudanças na casa do povo.

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