• Postado por Tiago

img_04092009112948A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil realiza o 15º Grito dos Excluídos, nesta semana que antecede o dia 7 de setembro, feriado da Independência do Brasil. A promoção é da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, com a participação de Movimentos Sociais, Pastorais Sociais e Movimentos Populares.

O Grito dos Excluídos acontece anualmente em várias cidades brasileiras com o objetivo de levar às ruas uma grande manifestação popular para denunciar as situações de exclusão social e assinalar as possíveis saídas e alternativas.

O Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, dom Pedro Luiz Stringhini, enviou uma carta de apoio ao 15º Grito dos Excluídos 2009. Confira o conteúdo do documento abaixo:

“Irmãos e Irmãs!

A Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade da Justiça e da Paz da CNBB, juntamente com a coordenação nacional do Grito dos Excluídos, Pastorais Sociais e Movimentos Populares, convida todas as comunidades, Igrejas, escolas, universidades e organizações sociais a participarem das diversas atividades do Grito dos Excluídos Nacional, que se realiza em localidades de todos os Estados do nosso País, na semana que antecede o dia 7 de setembro.

O Grito dos Excluídos, em seus 15 anos de existência, vem se afirmando como a mais importante mobilização popular, na Semana da Pátria, em vista da construção de um projeto popular para o Brasil.

O tema deste ano, “Vida em primeiro lugar: a força da transformação está na organização popular”, pretende anunciar, em diferentes manifestações populares, os sinais de esperança, através da unidade, da organização e da luta popular, e denunciar todas as formas de injustiça que, em nosso país, causam a destruição e a precarização da vida do povo e do planeta.

No dia 7 de setembro, junto com o Grito dos Excluídos, em Aparecida/SP, acontece a 22ª Romaria dos Trabalhadores/as que neste ano traz o lema: “A sabedoria dos pobres derrota as armas dos poderosos”. O grito visa também: lutar contra as formas de exclusão e as causas que levam o povo a viver em condições de vida precárias e, muitas vezes, sem perspectiva de futuro; denunciar a política econômica que privilegia o capital financeiro em detrimento dos direitos sociais básicos; construir alternativas que tragam esperança aos excluídos e perspectivas de vida para as comunidades locais; promover a pluralidade e igualdade de direitos, bem como o respeito nas relações de gênero, raça e etnia; multiplicar assembleias populares para discutir a organização social a partir do Município, fortalecendo o poder popular.

Diante de situações de exclusão, Jesus defende os direitos dos fracos e o direito a uma vida digna para todo o ser humano. O compromisso com esta causa nos compromete no esforço de superação da exclusão em nosso País, participando da construção de uma sociedade justa e solidária.

Dom Pedro Luiz Stringhini – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz. ”

Colaboração: CNBB

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