• Postado por Tiago

Zé Brodinho mostra o que os vândalos fizeram nas patas do coelho

O repórter especial Zé Brodinho atendeu o chamado da leitora Lilian Lucindo e foi ver a situação da estátua do famoso coelho da Páscoa da família, que foi instalada na praça da igreja Matriz, no centro de Itajaí. Lilian levou a filhota de dois anos pra brincar na praça e ficou chocada. O coitado do coelho teve as patas decepadas e tá só no prego, o que é um perigo pra criançada.

Tanto as patinhas quanto a alça da cesta onde guarda os ovos de Páscoa tão detonadas. Liliam alerta para o perigo dos pregos expostos nas partes quebradas. ?Minha filha e muitas outras crianças da idade dela que frequentam a praça regularmente ficam abraçando o coelhinho e quase dão com o olho nos pregos?, conta.

A leitora ficou tão preocupada com a possibilidade de rolar algum acidente, que pensou em retirar os pregos da pata do coelhinho, mas ficou com medo de ser acusada de estar detonando um bem público.

Zé Brodinho, depois de ouvir os reclamos de Lilian, foi conferir a situação do coelhinho de perto. O repórter ficou dicara com os pregos enormes que tão no lugar das patas do bichinho. O perigo é grande porque bem ao lado do coelhinho fica o parquinho, onde a criançada pula e corre adoidado.

Prefa vai dar jeito

Zé Brodinho não perdeu tempo e ontem mesmo tratou de dar uma ligadinha pro superintendente da fundação Genésio Miranda Lins, Darlan Pereira Cordeiro, pra cobrar um fim pro perigo. O bagrão explicou que o coelhinho é vítima frequente de vândalos e por isso tá sem as patas.

Darlan disse que a restauração imediata da estátua não é possível porque a prefa tá sem um restaurador no quadro de funcionários. Mesmo assim, prometeu dar um jeito nos pregos expostos. ?Vamos averiguar a situação e resolver, pra garantir mais seguranças pras crianças?, afirmou.

Coelho é patrimônio

O coelhinho, antes de ganhar a praça da Matriz como casa, servia de enfeite na frente de uma baia da rua Brusque, onde por décadas funcionou uma panificadora. A estátua, que tem aproximadamente 50 anos, foi construída como chamariz pra uma das únicas fábricas de chocolate que Itajaí possuía na década de 60. Quando a casa foi demolida, em 2006, o proprietário entregou o coelhinho à fundação Genésio Miranda Lins, que fez o restauro e o colocou na pracinha.

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