• Postado por Tiago

Um mês depois da denúncia de que 16 colégios particulares estavam em situação irregular em Balneário Camboriú, o assunto voltou a feder. Quatro escolas bateram o pé e não se adequaram às exigências pra abrigar os pequerruchos estudantes. Com a teimosia, o caso foi parar no ministério público que agora deverá chamar as instituições na chincha.

O levantamento foi feito pelo conselho municipal da educação (Conseme). Até mês passado, 16 das 27 instituições de ensino particulares da city tavam com alguma pendenga.

As irregularidades variam desde a falta de autorização de funcionamento emitida pelo corpo de bombeiros, que garante a segurança da piazada, até a não qualificação dos professores e não elaboração do projeto pedagógico que delimita os métodos que os professores irão usar pra ensinar a gurizada. “O que mais nos interessa é que elas (escolas) tenham o quadro funcional habilitado, com instalações sanitárias e com imóveis apropriados”, afirma o presidente do Conseme, Cezare Isolani.

Depois da publicação da denúncia, três escolas trataram de se regularizar rapidinho. As apressadas foram o centro educacional infantil “Nova Escola”, o “Construindo o Saber” e o “Conexão Baby”. Outras nove instituições começaram a sicoçar e já tão providenciando a papelada pra ficar com tudo em dia.

No entanto, quatro escolinhas nem simexeram e agora tão na mira do ministério público. Um papéli foi entregue ao promotor da vara da infância, Rogério Ponzi Selligmann, dedurando a irregularidade dos centros educacionais “Pequeno Paraíso” e “Sonho Meu”, no bairro Vila Real, e centro educacional “Conhecer” e colégio “Margirus”, ambos do centro.

O presidente do Conseme explica que a intenção de fazer um levantamento dos problemas para aletar os pais que pretendem colocar os filhos em escolas particulares. Já havíamos levantado os dados em 2008, mas até agora o ministério público até agora não havia adotado nenhuma notificação pras escolas”, relembra Cezare.

O promotor da vara da infância e juventude, Rogério Ponzi Selligmann, já abriu um inquérito civil e expediu uma solicitação pra secretaria de educação da city. Os barnabés terão até o dia 13 de julho pra botar contra a parede os responsáveis pelas escolas irregulares e exigirem uma adequação. O dotô Rogério tá de férias até o dia 5 de agosto e quem irá encabeçar a bronca de agora em diante é a promotora substituta Larissa Mayumi Karazawa Takashima Ouriques.

Com esse novo canetaço, a prefa terá que fiscalizar as pendengas na marra. No mês passado, o diretor de fiscalização da secretaria da fazenda, Gilberto Hostins, tirou o corpo fora alegando que a prefeitura exige os laudos só quando é dado o primeiro alvará.

Na manhã de ontem a reportagem do DIARINHO não conseguiu contato com o secretario da fazenda pra saber se estão sendo tomadas novas medidas depois do pedincho do MP. Se depois de todos os canetaços as escolinhas continuarem irregulares, as instituições poderão ser fechadas.

  •  

Deixe uma Resposta