• Postado por Tiago

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Todas as garrafas de bebidas do bar foram quebradas

Uma birra de família terminou em quebra-quebra no bar da Sueli, que fica na avenida Santa Catarina, em Camboriú. A dona do boteco, Maria Sueli de Godói, 55 anos, acusa o sobrinho de ter sido o responsável pela barbaridade e diz que o perrengue começou por conta de uma fofoca. A comerciante denunciou o sobrinho à polícia e quer que ele pague pelo prejuízo que causou. ?Perdi pelo menos mil reais. Tudo o que ele quebrou eram bebidas caras, que eu ganhei de presente?, diz.

A história toda teria começado porque Maria Sueli diz ter visto o sobrinho M.A., 37, aprontando poucas e boas no trânsito. ?Ele tava passando aqui na frente de carro, na madrugada de sábado, e bateu numa moto, onde tava um casal. Andou mais um pouco, e bateu em outra. Não sei o que aconteceu com ele, parecia que tava louco?, comenta a tia.

No dia seguinte, as vítimas dos acidentes, que ficaram sabendo que o doido que os atingiu era sobrinho de Sueli, estiveram no bar pra tomar satisfações. ?Eu fiquei de ir até a casa dele e conversar com a esposa dele sobre isso?, conta. Como a moça tava trabalhando, Maria Sueli falou com outra tia do rapaz e pediu que avisasse a esposa de que as duas precisavam bater um papo. ?Deixei o número do meu telefone pra que ela ligasse?, afirma.

Só que M. achou que a tia tinha feito fofoca e resolveu tomar satisfação. No domingo à noite entrou no bar, com um amigo, pediu uma cerveja e começou um bate-bocas. A troca de farpas terminou com um quebra-quebra. ?Ele pegava as garrafas e jogava com tudo no chão?, relata Maria Sueli.

O estrago foi tão grande que a tia chamou a polícia Militar e registrou um boletim de ocorrência contra o sobrinho na delegacia. Ontem à tarde, o resultado da fúria do rapaz ainda podia ser visto. Cacos de vidro estavam espalhados pelo bar. ?Não pude nem abrir hoje, porque vou ter que limpar isso tudo aqui primeiro?, diz a mulher. O sobrinho dela não foi encontrado ontem, por telefone, pra sisplicar.

Vai responder

O delegado Rodrigo Coronha, da depê de Cambu, explica que em casos como esse, depois que a vítima registra o BO, o responsável é chamado pra um tête-a-tête. ?Ele será intimado e ela também, pra depor?, comentou. Depois, o caso deverá ir parar na dona justa. O juiz poderá decidir se M. paga pelo preju da tia, ou fica na cadeia de um a seis meses, que é a pena prevista pelo crime de dano.

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