• Postado por Tiago

A comerciante Rose Gonçalves, 34 anos, está indignada com o trabalho da vigilância Sanitária de Itapema. Ela acusa os barnabés de não fiscalizarem o único quiosque que tem na beira da praia. Diz que a barraquinha está fora dos padrões exigidos pra vender comida e continua funcionando a todo o vapor.

Rose afirma que procurou a vigilância três vezes pra dedurar o quiosque. As cantinas foram postas abaixo em setembro, pra deixar a orla bonitona, mas só uma barraquinha continuou aberta porque conseguiu uma liminar da dona justa.

Rose garante que o quiosque tá virado num alho. Reclama que a cozinha é de madeira, está cheia de cupim e com a estrutura podre. Ainda diz que o local tem apenas um banheiro comunitário e não foi feita a dedetização pra manter ratos e insetos longe da comida. “Acho que isso só pode ser caso de suborno. Todos sabem que se a vigilância sanitária quiser, pode fechar na hora, independente do que a juíza determinou”, lascou.

A comerciante conhece bem as exigências da vigilância. No ano passado tentou montar uma lanchonete e não conseguiu porque tinha que construir dois banheiros e uma cozinha grandona, com azulejos, pra garantir a higiene do local. “Não sei se é questão política, por que desta vez eles estão fazendo vistas grossas”, alfinetou.

Pedro Becker, assessor de imprensa da prefa, disse que os fiscais vistoriaram o local na semana passada e até já exigiram as mudanças, principalmente na estrutura dos banheiros e da cozinha. Os proprietários da barraquinha têm até o dia 27 de janeiro pra fazer a reforma e regularizar a situação. Caso contrário, poderão ser multados e perder a autorização pra trampar por lá.

Além da vigilância, representantes da secretaria de Gestão Urbana e do Meio Ambiente também estiveram por lá, diz Pedro, e verificaram cada cantinho do quiosque. “Aquilo tudo foi vistoriado e estaria dentro de parâmetros legais pros procedimentos”, discursa o assessor, que também conversou com a procuradoria do município pra garantir que a barraquinha está dentro dos conformes.

A reportagem do DIARINHO não conseguiu contato com os proprietários do quiosque.

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