• Postado por Tiago

Dono de padoca diz que agora vai mandar tirarem o capacete

A funcionária pública M.G.S., 42 anos, mete a boca no pessoal da padaria Mariah, da rua 3100, no centro de Balneário Camboriú. Os funcionários da padoca permitem que motoqueiros façam compras de capacete, o que tem deixado a denunciante de cabelo em pé.

A leitora conta que pelas 7h da matina uma fila de gente se forma no comércio pra pegar o pão quentinho. Entre o povão que espera se misturam motoqueiros que não tiram o capacete. Pra denunciante, algum bandido pode entrar numa boa e praticar um assalto sem ser reconhecido. ?Se eles [funcionários] querem se arriscar, o problema é deles. Mas eu que estou ali não tenho nada a ver com isso?, lascou M., indignada.

A mulher diz que até já mudou de padoca, mas voltou a comprar por lá porque acha que o pãozinho é bom e o comércio fica no caminho pro seu trampo. ?Têm vezes que estou na fila e sou eu que tenho que pedir, um a um, pra que tirem o capacete?, conta a barnabé.

Claudio Schneider, dono do pedaço, garante que conhece os clientes que entram de capacete. ?Eles são conhecidos, por isso deixo fazer as compras assim. E também tenho câmera de segurança e tudo?, alegou. Mesmo assim, o comerciante admite que se sente inseguro. Já foi assaltado cinco vezes nos sete anos em que está instalado no local.

Pra não perder a cliente que fez a reclamação e reforçar a segurança, Cláudio promete que vai impedir os motoqueiros de entrarem na padaria com capacetes. ?Agora vou botar plaquinha e começar a pedir que tirem o capacete?, disse.

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