• Postado por Tiago

Os tiras da delegacia de homicídios da capital não têm qualquer tipo de pista que possa ajudar a identificar quem assassinou o comerciante Jildo Ovelan, 40 anos, quinta-feira à noite. O coitado morreu nas mãos de dois malacos que pintaram no bar Boca Grande, na SC-406, no sul da Ilha, como se fossem clientes. Ao chegar à mesa pra atender os falsos fregueses, os bandidos anunciaram o assalto. O coitado reagiu e assinou sua sentença de morte. Um dos bandidos meteu o dedo no gatilho e acertou o coitado seis vezes, mas os tiras encontram no chão do bareco nove cartuchos de pistola.

Um policial civil de folga, que fazia um lanche no boteco, também levou um tirombaço no braço direito, quando tentou reagir. Depois de meter bala no comerciante, os bandidos deitaram o cabelo no Peugeot 206, placa MGH 2244 (Florianópolis). A caranga tinha sido tomada de assalto, quarta-feira, na rua Jairo Calado, no bairro Agronômica, no centro da Capital. Os bandidos também tão sendo caçados pelos tiras do departamento estadual de investigações criminais (Deic). O policial ferido foi levado ao hospital pela polícia rodoviária estadual e tá fora de perigo. A polícia informou que os tiros que mataram o comerciante atingiram a cabeça e o peito, como se fosse uma execução.

Como o dono do bar tinha passagem por tráfico de drogas, os tiras suspeitam que o assassinato seja um acerto de contas, mas não descartam a possibilidade de um assalto que não deu certo.

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