• Postado por Tiago

Conforme a manifestação passava pelas avenidas, a maioria dos comerciantes fechou as portas pra colaborar com o protesto. A dona do restaurante Cozinha Tia Vera abriu só uma gretinha da porta pra espiar o berreiro. “Apoio totalmente, mas se eu fechar toda a porta eu não vejo nada”, contou rindo.

As lojistas Bruna Agnoletto, 19 anos, e Joelma Grace de Oliveira, 21, trancaram as portas da loja e ficaram na calçada. “Em janeiro um cara armado entrou aqui e assaltou a gente. Até hoje ele passa aqui na frente e fica ameaçando”, contou Joelma.

Também teve quem se atreveu a peitar a manifestação e não baixou as portas. As funcionárias da loja Hering, na avenida Brasil, por exemplo, receberam vaias por manterem o comércio aberto. “Nós estamos a favor do protesto, mas a Hering é uma empresa de Blumenau, não podemos ir contra a empresa”, explicou a funcionária que não quis se identificar.

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