• 04 jan 2010
  • Postado por Tiago

Como a própria fundadora afirma, o circo-escola da família D’Eça é filantrópico, portanto, não é cobrado nadica de nada para brincar, treinar e aprender no picadeiro do circo. A maioria das crianças que participa deste projeto é de pequerruchos e aborrescentes do bairro São Cristovão, local em que o circo tá fincado.

“Têm muitas mães de crianças mais ricas que perguntam quanto custa para deixar o filho aqui. Explico que não tem que pagar nada, mas que o circo também não é uma creche”, manda. A instituição não oferece merenda para as crianças.

Uma dica importante dada por dona Marlene é a idade para a pirralhada iniciar nas aulas. Somente pequenos acima de sete anos podem se inscrever no circo. Assim que chegam, cada um passa por testes e os monitores avaliam em que modalidade eles melhor se encaixam. As meninas, que tem mais elasticidade no corpo, vão para o contorcionismo.

O trapézio, o monociclo – aquela bicicletinha de uma roda só – e as brincadeiras de palhaço são aquelas que mais atraem a garotada. “As crianças que não têm muita habilidade, coloco na dança. Assim todos se encaixam em algum número”, comenta. Além destas atrações, os pequenos participam de peças teatrais. A mais importante, que é encenada todos os anos, é a vida de Cristo. Dona Marlene interpreta Maria e seu filho, Jesus.

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