• Postado por Tiago

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O piso da rampa pra cadeiras de rodas foi estraçalhado pelos caminhões da construtora Sulina

A leitora M.V.K, 23 anos, ficou dicara com o descaso com os deficientes físicos de Balneário Camboriú. A rampa da calçada da esquina da avenida Central com a rua 701, no centro, feita pra passagem de quem anda de cadeira de rodas, tá toda quebrada.

M. passa pela avenida todos os dias pra ir trampar. Diz que prefere atravessar a via e andar pelo outro lado da rua pra não ter que passar por cima da rampa dos cadeirantes, que se transformou numa montoeira de pedra solta. O trecho é até emborrachado pra evitar que os deficientes físicos escorreguem, mas do jeito que está quebrado, fica impossível que alguém passe por ali e não se estabaque no chão.

Pra leitora, quem quebrou com a calçada foram os peões da empresa Sulina, que tá fazendo uma construção na esquina. Todos os dias entram e saem caminhões pesadões por lá.

O pessoal da ouvidoria da prefa garantiu que dará um bizu no problema. O ouvidor André Roberto Seeling disse que irá avisar pros fiscais da secretaria de planejamento, que deverão dar um pulo na obra, consertar a rampa e notificar a construtora, caso ela seja mesmo responsável. ?Dentro de 48 horas vamos buscar a resposta desse assunto?, garantiu. O entrevero poderá gerar até multa pra empresa.

Mas antes mesmo que os barnabés da secretaria de plajenamento apareçam por lá, o pessoal da Sulina promete deixar a rampa nos trinques dinovo. Vladimir Saroli, sócio da empresa, admitiu a cagada e prometeu que irá arrumar o estrago até hoje. ?A gente errou, mas vai arrumar o mais rápido possível?, afirmou.

O empresário disse que vai tomar mais cuidado pra evitar que novos problemas aconteçam. ?A gente até deixou mais espaço do que o exigido pra poder trabalhar e não prejudicar as pessoas na calçada?, acrescentou.

Afadef não quis falar

Na Associação de Apoio as Famílias de Deficientes Físicos (Afadef), de Balneário Camboriú, uma mulher que atendeu ao telefone não quis se manifestar sobre o assunto, alegando que poderia estar sendo vítima de um trote.

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