• Postado por Tiago

Amor de mãe não tem limite. O dia 25 de dezembro só começava quando M. B. G, cravou uma faca no peito de Lauri Silva, 41 anos. O crime rolou na casa deles, na rua Valmor Hostermann, no bairro Gravatá, em Navegantes, no momento em que Lauri parou de espancar a mulher pra começar a encher o filho de porrada.

M. contou pros homidalei que Lauri amanheceu virado num capeta. Doidão, viu uma foto num jornal e achou que era a amada com um ricardão. Enciumado, partiu pra cima dela e lhe deu alguns sopapos. Assustado, um filho tentou apartar a briga e quase foi morto pelas mãos do próprio pai. Foi aí que M., num ato de desespero, pegou uma faca e cravou no peito do marido.

Lauri caiu estatelado no meio da sala e começou a perder muito sangue. A própria M. foi quem ligou pros bombeiros e pra polícia Militar. Os vermelhinhos fizeram o que puderam, mas Lauri morreu a caminho do hospital Marieta. O corpo passou pela perícia do instituto Médico Legal (IML) de Itajaí. M. foi detida na hora pelos PMs. Ela foi levada pra delegacia e contou aos tiras que a agressão foi em legítima defesa e pra salvar a vida do filhote.

Lauri colecionava passagens pela polícia pela lei Maria da Penha. Já tinha sido enjaulado umas cinco vezes por bater na mulher. Respondia pelos espancamentos em liberdade e ainda continuava vivendo com M. A costureira ainda contou que o marido era viciado em crack. Ele ficava endemonhado e batia nela quando não podia fumar a pedra do demo.

Como M. nunca se meteu em enrascadas, até ontem à noitinha o delegado Ricardo Labis não havia decidido se a mantinha presa ou a liberava para que respondesse pelo crime em liberdade.

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