• Postado por Tiago

A história de Mikael Roberto de Andrade, de nove anos, começa a tomar um rumo diferente. Ontem, o menino, que há mais de um ano tá com a perna quebrada, teve uma nova consulta com o ortopedista peixeiro Fernando Sakogava, que diagnosticou no guri a doença chamada pseudo-artrose congênita. Na semana que vem, garante a gerência regional de saúde, o menino começa o tratamento em Florianópolis.

O dotô Sakagova incluiu no laudo médico que o caso de Mikael é delicado e precisa receber atendimento especializado. Por isso, o encaminhamento do moleque até a capital do estado. A gerência regional de saúde informou que agendou uma consulta pro menino pra semana que vem no hospital Joana de Gusmão.

A pseudo-artrose congênita é um doença que impede o organismo de fazer a soldagem do osso, ou seja, a fratura não é curada naturalmente. Precisa de uma operação delicada.

Passado nada bom

A secretaria da saúde peixeira, que cuidou exclusivamente do caso de Mikael até julho deste ano, fez um levantamento das consultas marcadas para o menino nos últimos anos e o relatório demonstra que teria havido negligência da família.

No postinho do bairro Cidade Nova, onde Mikael mora, consta que a mãe deixou de levar o guri três vezes em consultas: em 2005, 2006 e 2007. Na época, antes mesmo de o garoto quebrar a perna, exames já diagnosticaram a presença de problemas congênitos (de nascença) no moleque. Por isso, a necessidade de um acompanhamento mais frequente da saúde.

Ontem, o DIARINHO tentou contato com a mãe de Mikael, dona Edicléia Soares, 33 anos, pra saber sobre as faltas nas consultas e a evolução do processo pra cura da perna do menino, mas o celular dela só deu sinal de desligado.

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