• Postado por Tiago

Um caso escabroso tá tirando o sono da polícia Civil e do conselho tutelar de Camboriú. Quatro crianças entre três e quatro anos, que estariam numa creche municipal, no bairro Areias, teriam sido levadas a uma casa e obrigadas a tirarem as roupas pra participar de uma sessão de fotos de sacanagem. A história só veio à tona porque um dos anjinhos contou tudo pros pais, que botaram a boca no trombone e denunciaram a judiaria.

A sem-vergonhice teria rolado há pouco mais de uma semana. Os quatro pequerruchos, três meninos e uma menina, teriam sido levados a um shopping de Balneário Camboriú, e de lá seguiram pra uma baia. Uma pessoa teria obrigado os coitadinhos a tirarem toda a roupa e fazerem poses pra fotos. Mas a única menininha do grupo se recusou a obedecer a ordem, e teria sido castigada com pancadas. A crueldade deixou marcas no corpo da pobrezinha.

Assustada, assim que chegou em casa a garota contou aos pais o que tinha rolado. O pai dela procurou o conselho tutelar, que passou a acompanhar a criança. Ela foi entrevistada por psicólogos e, a princípio, tá falando a verdade.

O caso foi levado à polícia Civil, e tá sendo investigado. O delegado Fábio Moreira Osório, que tá comandando as bizolhadas, disse que já pintaram algumas suspeitas de quem pode estar por trás da maldade, mas não quis adiantar muitas informações pra não melar as investigações. “Ainda não temos provas de que tenha algum envolvimento da creche nessa história”, comentou.

O pessoal do conselho tutelar também prefere ficar em cima do muro, e afirma que ainda não tem certeza sobre quem levou as crianças. A secretária de Educação da Capital da Pedra, Fátima Bambinetti Gervásio, garante que tá fazendo o que pode pra ajudar nas investigações. “Foi determinado que os fatos fossem apurados. O que sabemos é que ninguém pediu pra retirar essas crianças da creche. Mas ainda não podemos punir alguém sem que esteja tudo esclarecido”, disse.

Apesar de não ter mencionado nada que desse a entender que tenha sido abusada, hoje a menina que relatou o caso vai ser encaminhada ao instituto Médico Legal (IML) pra fazer um exame que pode demonstrar se rolou mais algum tipo de agressão.

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