• Postado por Tiago

Remando contra a maré, tem gente que tem ligação direta com a segurança pública e acredita que os homis que chegam ao poder devem lutar é pelo povão. O delegado regional de Balneário Camboriú, Ademir Serafim (PSDB), não pensa em se candidatar, apesar de não rejeitar que no futuro isso possa acontecer. “Eu me filiei por convite do Leonel Pavan (PSDB) e porque me identifico com o partido. Cada um tem as suas razões, alguns policiais gostam de política e procuram este caminho, então temos que respeitar”, conta Serafim. Ele diz que o povo deve avaliar o trabalho de quem elegeu, e se o cara estiver apenas defendendo o interesse de uma categoria, é só não votar mais no pilantra.

O delegado acredita ainda que definir que todos os candidatos ligados à segurança pensam apenas na categoria é uma ‘visão pequena’. “Eu sou um técnico de segurança pública e a sociedade reconhece isso. Como delegado vou trabalhar para a sociedade. A parte corporativa fica para os líderes sindicais”, detona.

O vereador Orlando Angioletti (DEM), de Balneário Camboriú, que usou na sua última campanha o lema ‘Polícia na rua já!’, também acredita que os meganhas eleitos pensam é nos seus umbigos e a formação de bancadas que defendam interesses específicos de algumas classes fica mais visível em Brasília, mas também acontece com frequência aqui na Santa & Bela. Angioletti, que não é ligado a nenhuma força policial, diz que os caras fazem propaganda enganosa para se eleger. “As pessoas não podem se enganar. É legítimo os candidatos defenderem suas classe, mas isso deve ficar claro para a população”, finaliza.

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