• Postado por Tiago

?O senhor [André Ritzmann] disse que não pediram autorização da secretaria, mas deviam ter pedido. Se não pediram, fecha o estabelecimento?.

Rosan da Rocha, promotor

O promotor carcou que a culpa pela algazarra é, sim, dos mandachuvas. ?Nós é que não cobramos o que temos que cobrar?, soltou. O dotô disse que não tão sendo cumpridos todos os quesitos necessários pra liberar os alvarás. ?Tem que exigir ambulância na porta, segurança, estacionamento com seguro. Será que cobramos isso tudo??, questionou.

Rosan pediu que a polícia civil determine um horário pro fim das festocas e que registre todas as reclamações, a partir de agora, como termo circunstanciado e não só boletim de ocorrência, e depois mande os papélis pro MP. A polícia militar ficou incumbida de carcar multas em quem estiver estacionado onde não deve. ?Multa, apreende, guincha?, mandou. O promotor quer que os fardados façam blitz na saída das baladas, pra pegar os bebuns no flagra. ?Nunca vi a PM chegar de surpresa em uma festa por aqui. Balneário Camboriú não é diferente. Querem curtir, curtam. Mas vão ter que respeitar os outros?, carcou.

A prefa ficou com a responsa de mandar os guardinhas de trânsito pros locais de festas, pra evitar as algazarras. ?Mas é pra dar apoio. Não pra fazer segurança privada. Quem tem que cuidar de segurança são os donos dos empreendimentos?, avisou.

Rosan também quer que os barnabés fiscalizem os estacionamentos irregulares que pipocam ao redor dos festerês. Pra completar, o promotor aproveitou pra puxar a orelha do secretário de meio ambiente. ?O senhor [André Ritzmann] disse que não pediram autorização da secretaria, mas deviam ter pedido. Se não pediram, fecha o estabelecimento. Isso é lei. Quem somos nós pra mudar uma lei??, cutucou.

As otoridades terão uma semana pra colocar no papel que medidas vão tomar e entregarem um relatório ao MP. Depois, a ideia é fazer uma audiência pública pra discutir o problema com o povão.

Do lado dos rala-coxas, o dono do hotel Parador Estaleirinho, Gerson Silveira, que acompanhou o conversê, garante que não tem nada de errado com as festinhas. ?Nosso som não incomoda. Final de semana era feriado, tinha muita gente na cidade, não tem como a gente controlar o movimento. Ficamos numa situação difícil? disse.

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