• Postado por Tiago

A procuradoria Regional Eleitoral catarina vai decidir nos próximos dias se denuncia ou não o secretário de Saúde da Santa & Bela, Dado Cherem (PSDB), à dona justa, por compra de votos durante as eleições do ano passado. A treta foi dedurada por duas eleitoras, que gravaram uma conversa com Dado e Laurindo Cezar Martins, o Cezão, na época candidato a vereador pelo DEM. O caso foi investigado pela puliça Federal peixeira e encaminhado esta semana pro procurador do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), já que, por ser abobrão, Dado tem foro privilegiado.

A conversinha suspeita foi flagrada com uma caneta modernosa, que grava imagens e sons. Michele Pereira da Silva e Patrícia Brito Sibirino disseram ter sido orientadas pelo advogado de campanha do prefeito Edson Periquito (PMDB) a fazer a gravação. Depois, o falatório foi encaminhado à dona justa eleitoral e a juíza Marisa Cardoso de Medeiros pediu que fosse analisado pelos federas.

A investigação provou que a gravação é verdadeira. Durante a conversa, foi oferecida uma renca de vantagens às gurias: vagas em creches, dindim e até consultas e carteira de motora. Diante da história, o delegado Tiago Giavarotti, que ficou responsável pelas bizolhadas, indiciou Dado Cherem, Cezão e o filho dele, Laurindo Cezar Martins, que também teria participado da conversa.

O secretário de Saúde não nega que esteve na casa da tal Michele, mas garante que nunca ofereceu nenhum tipo de vantagem a ninguém. “Fui convidado a ir até a casa dela pra contratá-la pra trabalhar na campanha, como fiz com dezenas de pessoas. Não ofereci nada, a não ser os R$ 150 que eram pagos pros cabos eleitorais”, afirma.

Dado garante que a confusão teria rolado depois que ele saiu da baia da mulé. “O Cezão ofereceu outras coisas e, depois que eu saí, parece que deu R$ 100 à mulher”, revela. O secretário diz que tá tranquilo com o andamento da bronca. “Não me furtei em momento algum. Fui ouvido pela polícia Federal e disse a verdade. O que me deixa chateado é que não ouviram o Cezão antes de concluir o inquérito”, lasca.

No papéli entregue pela PF à promotoria, diz que Cezão tava doente e que por conta disso não prestou depoimento.

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