• Postado por Tiago

Dia 21 dezembro de 1998

Eu sempre achei a Sociedade Guarani, que diz que é o clube dos ricos, dos bem dotados, dos abobrões de Itajaí, uma gafieira. Um clube de merda.

Isso, mesmo antes de classificá-lo como clube nojento, como clube onde negro não entra, por repugnante espetáculo de segregação racial dentro ocorrido e de conhecimento público.

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Contudo, não o estava vendo mais nas manchetes, desde a última cagada da diretoria, que demonstrando ser mesmo composta por bostas e bunda-moles, além de burgueses decadentes, transformou as quadras de tênis da agremiação, que mereciam até tombamento histórico, em relés caça-níqueis, na forma de estacionamento de veículos.

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Mas, neste fim de semana, me chegou mais uma desse clube de merda, que não dá pra deixar passar batido. Imaginem que, aqui nesse Itajaí inculto, curto e falto de eventos culturais, o Imcart, na sua fulgurante programação de fim de ano, que inclui apresentações em Navegantes, Balneário Camboriú, Abelardo Luz, Joinville e Florianópolis (na solenidade de posse do governador Amin), programou uma apresentação em Itajaí.

E seus responsáveis solicitaram à diretoria do Guarani, em ofício, a cessão do seu salão para esta apresentação. E vocês sabem o que aconteceu?

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Os índios que o dirigem negaram a cessão, dizendo que aquela bosta é uma sociedade fechada, de uso reservado apenas aos sócios. Não é de mandar “enfiar” no rabo?

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É pela mediocridade de gente que dirige clubes, como essa que dirige o Guarani, que Itajaí vive na indigência cultural em que vive.

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E, como diria o Doro, primo do Anóro, tio do Tiadóro e irmão do Izidoro, depois dessa, mula diabo, pau na potranca.

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