• Postado por Tiago

Dia 1º de novembro de 1998

Depois da matéria publicada nesta coluna na última sexta-feira, sobre a puta esculhambação reinante na Beira Rio, recebemos diversas manifestações de leitores, confirmando a bagunça – o que é pior – cientificando-nos de coisas que não sabíamos e, agora, sabemos que ali acontecem e nos demonstram que as coisas são muito piores do que se pensava.

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Além da confirmação do que já dissemos na matéria anterior (bagunça das bicicletas e até veículos a motor trafegando sobre os passeios) leitores denunciaram mais: que usuários de droga fazem da Beira Rio extensão dos seus cafofos, traficam ali abertamente e consomem drogas. Marmanjos e marmanjas usam o saco da Fazenda como banheiro, defecando nos caminhos de Sodegaura. Uns elementos de maus antecedentes monopolizam o serviço (serviço?) de flanelinhas em frente dos restaurantes e exploram mendigos e doentes, fazendo-os trabalhar por ele. E quem não se submete, leva “pau” no lombo e é escorraçado. Durante a Marejada, comerciantes estabelecidos na Beira Rio tiveram enormes prejuízos com a horda de vândalos que por ali passava depois da festa com os cornos cheios, destruindo tudo que via pela frente, como lâmpadas (até hoje estão mais de 40 ali, quebradas) vasos, plantas e etc. Ônibus estacionaram sobre o passeio, destruindo, e até sobre canteiros, danificando-os.

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E os próprios leitores que formularam as denúncias oferecem sugestões: policiamento (mas policiamento mesmo!) no local, 24 horas por dia, todo dia; instalação de banheiros na Beira Rio, que é o único lugar em Itajaí onde existe vida noturna e deveria, por isso, ser digna de receber o mínimo de atenção da prefeitura; retirada dos flanelinhas da Beira Rio, como medidas mais urgentes.

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Vamos esperar que o prefeito Jandir Bellini, a quem o DIARINHO já levou o assunto diretamente, bote fogo no rabo dos seus atoleimados secretários ou diretores, para que eles acordem e trabalhem… e ajudem o prefeito, os comerciantes da Beira Rio e o povo a deixar aquela área um lugar onde todos se sintam menos constrangidos, mais felizes.

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