• 19 maio 2009
  • Postado por Tiago

Pra botar num quadro

Dia 30 de junho de 1998

O perfil que o DIARINHO fez do sub-prefeito do São Viça, o Elói Camilo da Costa, na nossa edição deste domingo, é coisa pra recortar e botar pendurada na parede.

Primeiro, por quem deseje se iniciar na política, pra aprender como angariar votos. Que num país como o nosso, onde vereador só é legislador no nome ou quando é pra aumentar seu próprio salário, político é aquele que presta serviço, como o Elói. O único de Itajaí (repito, o único) 24 horas por dia à disposição do povo.

Segundo, porque o Elói serve de exemplo do rapaz modesto que se fez na vida. De estofador a político de maior prestígio na cidade.

Ainda ontem eu comentava com leitores residentes no São Vicente o trabalho do Elói pelo seu bairro. E um deles me disse categoricamente: “Olha, eu não trocava o Eloi pelos 21 safados que tem lá dentro da Câmara de Itajaí, nem que me dessem a rua Hercilio Luz, todinha de lambuja”. Pra complementar: “Aqueles 21 vagabundos não valem a unha do pé do dedo minguinho do Elói”.

Agora uma coisa tem que ser, também, dita na história do Elói. A comprovação de que atrás de um grande homem sempre tem uma grande mulher. No caso do Elói, a dona Cida. Que enquanto ele trabalha pro povo, lá fora, guenta a barra dentro de casa, fazendo que a sua panela mágica seja do tamanho de um coração de mãe. Sempre tendo um prato de feijão pra mais um.

Que o diga o Macagnan, que, estando em Itajaí, é sagrado: toda quarta-feira meio-dia, fila o feijão da dona Cida.

Miúdas

Oficializada a “Chapa dos Gatinhos”, o Paulo Afonso na cabeça e o Schmitt fujão de vice, muita coisa muda na política de Itajaí. Primeiro que, por muito tempo, vamos nos livrar do safado do fujão. Que tem prometido um alto cargo federal como compensação pra figurar na chapa dos dois “gangsters”. Segundo que o safado deixa na orfandade suas viúvas, os seus asseclas na rapinagem feita na prefeitura.

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