• 16 jun 2009
  • Postado por Tiago

Viadagem da Telesc vai ter que comer pizza e falar italiani (parte I)

Dia 2 agosto de 1998

Venderam a Telebrás e de cambulhão a Telesc. Tinha mesmo que vender, que a Telesc era (era não, ainda é) uma puta duma esculhambação. Uma verdadeira casa da sogra.

Nós aqui do DIARINHO, que como todo mundo sabe, gostamos de mostrar o pau, somos testemunhas disso.

Faz mais de um ano que nós estamos gestionando junto à direção da Telesc, em Floripa, um contrato para “telemarketing”. Foi telefonema pra cá, carta indo, carta vindo, recado mandado, recado recebido, interferência de deputado, o caralho.

Até hoje não tivemos solução. Primeiro pediram uma carta propondo o contrato. Mandamos. Pediram um fax, enviamos. Pediram mais uma carta. Remetemos. Aí veio a informação que tinham que receber instruções de Brasília. Passado algum tempo, cobramos. Pediram outra carta. Levamos.

Deram a entender que precisava uma recomendação política. Conseguimos.

Aí disseram que não dava. Esperavam instruções novas que estavam saindo a respeito.

Passado mais algum tempo, cobramos. Mandaram um questionário para ser respondido e remetido junto com outra carta, acompanhada de certidões negativas, contratos, o caralho. Enviamos. Perderam tudo! Tivemos que renovar. Chegou o mês de julho. Marcaram pra depois do dia 10. Depois passaram para 20. Aí passaram para 29. E, finalmente, no dia 29, um tal de Capela informou que não dava pra fazer nada, por causa da privatização.

Pode? Não é de mandar pra “aquele lugar”?

Continua na próxima edição…

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