• 06 ago 2009
  • Postado por Tiago

Herança maldita do fujão (parte I)

Dia 17 de outubro de 1998

O DIARINHO tem acompanhado a luta do Bellini e do Macagnan para melhorar a operacionalização do nosso Porto, fazendo investimentos na pavimentação dos acessos, implantação dos serviços 24 horas e de retroáreas para contêineres e, o mais importante, a incessante labuta junto a importadores e exportadores, buscando diversificar e aumentar o volume de cargas no cais comercial.

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Esta semana, recebemos a importante notícia de que, a partir deste mês, o Porto de Itajaí começa a receber carros Citroën importados da França. Até final de outubro mais de 800 carros vão desembarcar no cais comercial. E olha: os carros vão desembarcar em Itajaí por mérito dos acertos feitos pela administração pública, diga-se da Prefeitura e do Porto, destacando-se, aí, o esforço do Bellini, do João Macagnan, do Ivan e do Helder. E o Porto já está negociando também com a Fiat e a Mercedes Benz.

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Dizemos isso porque, se o Porto fosse depender do Marcelo Sales, do João Fraistiquer, do Martin Chiling e de um engenheiro (?) que chamam de Xede (parece até uma paquita da Xuxa), essas heranças deixadas pela Codesp e pelo fujão do Chimiti, o Porto estava fudido e mal pago.

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O tal do filho do Colombo, depois que o Bellini e o Macagnan assumiram a prefeitura, só tem feito é sabotar a administração. Ganha uma fortuna, o sacana, pra fazer sacanagens. E sabem por quê? Porque no tempo da Codesp, assim como no tempo do Chmitti, o Marcelo, o Martin Chiling, o Xede e o tal do Fraistiquer achavam que eram os donos do Porto. Mandavam e desmandavam.

Continua na próxima edição

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