• Postado por Tiago

Dia 9 de fevereiro de 1999

Deve ser, nestes 20 anos de edição do DIARINHO, a centésima vez que enfocamos o assunto bandalheira do livro e do material escolar.

O que dizer que entra ano, sai ano, entra governo, sai governo, mas a bandalhice continua.

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Cada vez maior…

Todo ano é a mesma coisa: pai e mãe e responsáveis pelos alunos, sem saber o que fazer, onde arranjar dinheiro pra comprar material e livro escolar, que todo ano muda.

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Tudo num esquema filha da puta, que começa em Brasília e termina na livraria da esquina do bairro, que se acerta com a diretora da escola mais próxima, pra que esta adote determinados livros.

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A explorar toda essa putaria, uma fauna imensa, de burrocrata do Ministério da Educação, autores, editores, distribuidores, livreiros, componentes de secretarias de educação, diretores de escolas, professores, coordenadores, o caraco.

Tudo isso, toda essa barbaridade movimentando bilhões sem que nenhum dos elos dessa quadrilha organizada se importe com a qualidade do livro ou do material recomendado e exigido.

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Que fazer pra acabar com essa bandalheira federal, estadual, municipal, distrital, privada? Pais, mães, responsáveis por alunos, juntos com diretores e professores sérios, boicotar a compra de livros recomendados ou adotados, bem como de barbaridade de material exigido.

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Inclusive, o DIARINHO está propondo a uma escola de Itajaí, ao invés de todo pai de aluno adquirir o livro recomendado ou os livros recomendados, a escola adquirir dois ou três exemplares, que seriam manuseados pelos alunos conjuntamente na própria escola.

Sobre isso, vamos ouvir educadores e até já ouvimos a ACADECO, Associação Catarinense de Defesa do Consumidor, que achou a ideia excelente.

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Assim, o negócio é não comprar o livro didático. Boicotar.

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Tá lançada a ideia

E quem quiser a ela aderir ou colaborar nessa campanha de boicote, ligue aqui no DIARINHO e deixe seu endereço com a Rosete. Nós entraremos em contato com você.

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