• Postado por Tiago

Dia 11 de maio de 1999

Continuação da edição anterior

O DIARINHO, como costuma dizer o meu amigo Stalin Passos, é como o sal na terra. Ou como diz o Doro de Nova Trento: “ainda bem que tem o DIARINHO, sinão…” e por aí afora.

Achamos que, combatendo erros, fazemos melhor que o “puxa-saco”, o interesseiro, que elogia mesmo sabendo que a coisa tá mal.

Ainda mais quando assim agimos, escrevendo a verdade, não negando a ninguém o esclarecimento ou a resposta. Isso com altivez, é claro.

Porque pra nós, autoridade, abóbora, seja quem quer que enrole, que sonegue, dificulte informações, mandamo-las “infiar”… Não pro soberba, mas por altivez.

No tocante às comparações entre Itajaí e BC, essas são fatais. Primeiro, pela vizinhança.

Segundo, porque vivemos praticamente nas duas cidades. Terceiro, porque circulamos nas duas, fazemos jornal nas duas e, por isso, as comparações são fatais.

Reconhecemos, às vezes preconceituosas, por morarmos no Itajaí e trabalharmos em Balneário.

Tipo, achar a boazuda da mulher do vizinho melhor que a “genuína” lá de casa. Ou a laranja-lima do quintal do lado mais doce que a do nosso.

Isso, o Freud e o Alburquerque já explicaram há um caralhão de tempo.

Ou como diria o Boca Barbeiro (filho do Miguel-da-Linha): “mulhé dos outros é como biscoito torradinho no vidro da prateleira da padaria…”.

No mais, obrigado cara leitora.

Volte sempre.

Até mesmo pra puxar a nossa orelha de Midas, tantas vezes quantas você quiser. Porque achamos, de todo coração, que você está nos ajudando.

Por isso, querida leitora, você, a partir deste instante, passa a ter cadeira cativa (acolchoada e tudo) no nosso coração. Bem do lado da vereadora Cristininha Fischer, do Gil, do Lorenzatto, do Cavalcanti e, dentre outros que seria cansativo enumerar, o Silvio e a Liege Sandri.

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