• Postado por Tiago

Dia 18 de fevereiro de 1999

Os Rizzi, através de decisão de um juiz safado (logo em seguida aposentado, depois de ter praticado uma séria de bandalheiras), conseguiu suspender o processo licitatório do Macagnan através de liminar, mais tarde confirmada pelo mesmo juiz.

A prefeitura, que naquela tempo tinha como Procurador – Geral um notório banqueiro de jogo do bicho, recorreu da decisão, mas só pra “inglês ver”.

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Pois, mesmo assim, lá no Tribunal de Justiça os Rizzi perderam a questão.

Os senhores desembargadores, reformando a decisão do juiz de Itajaí, decidiram que a prefeitura podia sim abrir concorrência pública e permitir a pluralidade de concessionárias.

E morreu o assunto.

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Macagnan terminou o governo dele e não reabriu a concorrência pra entrar nova ou novas empresas.

Sisqueceu.

O fujão ficou seus quatro anos e nem tocou no assunto.

O atual governo já cumpriu mais da metade do seu mandato e, pelo jeito, nem pensa nele.

Nesse tempo todo os Exmos. Srs. Vereadores, os 21 da cidade, fazem sua parte, também ignorando tudo isso.

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E, com isso, o povo de Itajaí que se foda. Que continue sendo explorado por uma empresa que, pelo monopólio que possui, não melhora seus serviços e, por isso, serve ao usuário mal e porcamente.

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A imprensa da região, quase toda financiada pela Coletivo, essa, então, nem é doida em debater o assunto.

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O mesmo tá se repetindo, agora, com o ferri-bote.

Pois faz mais de um mês que o governador assinou a lei, dando a passagem como gratuita, mas o povo continua pagando…

Pois só o DIARINHO é que tá na briga.

O resto, ó…

Porque, como diria o Ponte Preta, os alegres rapazes, ao invés de olhar para o boneco, ficam olhando é pra a boca do vetríloquo.

(Continuação da edição anterior)

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