• Postado por Tiago

Dia 8 de janeiro de 1999

Depois que publicamos a notícia que o município de Itajaí não tinha, até agora, criado a sua Junta Administrativa de Recursos e Infrações – Jari – órgão necessário à formalização e exeqüibilidade das punições por infrações notificadas de trânsito nas suas vias, ficamos sabendo que o mesmo está acontecendo também em Balneário Camboriú.

O que não deixa de ser uma pouca vergonha.

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E demonstra aquilo que estamos carecas de dizer aqui na coluna: que o prefeito Leonel Pavan está pessimamente assessorado no setor jurídico.

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A inexistência da Jari em Balneário, como em qualquer outro município brasileiro, frente à legislação atual, é indesculpável nesta altura do campeonato, quando o código de trânsito brasileiro vigora há mais de um ano.

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Que estarão esperando esses trouxas que estão vendo a banda passar e não se adequam a nova legislação do trânsito? Que os notificados como infratores recorram a justiça para anular suas punições?

Em tempo

Material acima já estava escrito quando chegou aqui no DIARINHO a notícia de que a justiça houvera concedido liminar sustando a cobrança da nova taxa de lixo na cidade de Balneário. Eu, no lugar do Pavan, depois dessabotava do porteiro ao procurador, todo mundo da procuradoria na rua, sem aviso breve ou porra nenhuma.

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