• Postado por Tiago

Dia 13 de abril de 1999

Através da internet fico sabendo que a OAB de São Paulo, em conjunto com o sindicato dos Advogados daquele Estado, promoveram dia destes, um ato público, condenando as ameaças do governo à Justiça do Trabalho.

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Por isso e diante da investida de setores mais retrógrados da nossa vida pública contra o judiciário, pergunto: onde anda a OAB?

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Claro que a OAB não é mais a mesma do tempo de Raymundo Faoro…

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Por isso, me surpreendo que uma palavra sequer, de apoio à justiça trabalhista e de advertência a bandidagem da gangue do Antoninho Malvadeza, recomendando-lhes pelo menos, respeito ao judiciário, tem sido feita pela OAB catarinense.

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Da OAB de Itajaí, nada espero mesmo pois, há muito tempo, ela não passa de um clube de bolinha. Da de Balneário, estranho, deveras, seu silêncio. Atribuo à distonia existente entre a cúpula da OAB e os componentes da classe.

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Que o Antoninho Malvadeza assaque contra a justiça, inclusive a trabalhista, tudo bem. Todo mundo sabe que ele é doido e, além de doido, safado.

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E tem mais: acho que, em certo ponto, Malvadeza tem razão mesmo quando crucifica a justiça. Porque, só o fato dele não estar na cadeia, já é prova de ineficiência da justiça. Pelo menos a baiana.

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Que o Jorgim Bornhausen desça o pau na justiça trabalhista, até relevo, embora não justifique.

É puro recalque!

(Continua a próxima edição).

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