• Postado por Tiago

(Continuação da edição anterior)

Porque no tempo que advogávamos na justiça do Trabalho, eu como advogado de trabalhador e ele, mais o Jemerson Rodrigues e o Rudi Bauer, como advogados de empresa, eles sempre levaram o maior pau. Nunca tiveram sucesso no foro trabalhista.

E, pro mau advogado patronal, é sempre mais fácil pichar a justiça trabalhista pelo insucesso numa causa, que confessar ao cliente sua inaptidão no trato do processo trabalhista, altamente especializado.

É o caso do Jorgim Bornhausen.

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Ao contrário de tudo que Malvadeza, Jorgim e seus partidários alardeiam, pra mim, a justiça do Trabalho deveria servir de modelo para reforma que se pretenda (honestamente) fazer do judiciário brasileiro. Principalmente na parte judicante da justiça trabalhista onde é modelo de objetividade. E que, por isso, deveria servir de referencial à justiça comum.

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Claro que, hoje, a justiça trabalhista tem sido objeto de crítica, principalmente da classe trabalhadora, pela demora na conclusão dos dissídios e ela submetidos.

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Mas, não é por isso que se deva criticar a justiça trabalhista, como órgão judicante. Pois a demora da justiça obreira em concluir os dissídios a ela submetidos deve-se ao despreparo da maioria dos seus magistrados e, principalmente, dos advogados que militam naquele ramo da advocacia.

Fiquem certos: no dia em que os juízes trabalhista forem aptos e os advogados trabalhistas idem, sacanas como o Malvadezas e o Jorgim vão ter que admitir que a justiça do Trabalho é supimpa.

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