• Postado por Tiago

Dia 29 de novembro de 1998

A sentença da Dra. Juíza da 2ª Vara Criminal de Itajaí, que condenou o advogado traficante – traficante advogado, e seus asseclas por crime de tráfico com formação de quadrilha, não condenou só os três vagabundos. Ela teve mais abrangência.

Condenou, também, a direção da OAB de Itajaí, os policiais que foram depor a favor dos bandidos, os professores da faculdade de Direito que lhes deram solidariedade, além do ex-promotor e do ex-delegado que trabalharam na defesa do bandido.

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A OAB peixeira, agindo de forma imprudente, apressou-se em dar todo o apoio ao advogado bandido, sem sequer nomear uma simples comissão que examinasse detidamente os fatos. Se assim tivesse agido, a OAB teria constatado, como nós aqui do DIARINHO tivemo o cuidado de constatar, que o advogado é mesmo bandido, ligado a um dos braços mais poderosos da distribuição de droga aqui no litoral, via Mato Grosso. Por isso, a sentença da MM. Juíza atingiu também a OAB.

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Da mesma forma, atingiu policiais que, de maneira suspeita, foram depor a favor dos bandidos, atestando-lhes uma santidade que, se fossem policiais pelos menos medianamente preparados, saberiam que eles não possuem. Outros atingidos foram professores da faculdade de Direito, que deram ostensivo apoio ao bandido, o que demonstra que não possuem estrutura moral suficiente para lecionar para ninguém. Finalmente, condenou o ex-promotor e o ex-delegado, que recebem polpudas pensões do Estado, e que, ao invés de matarem seu tempo ocioso de aposentado em causas nobres ou comunitárias, se especializaram em defender bandidos.

Todos estes foram os condenados.

E, para estes, não caberá recursos. Porque a opinião pública, para caso como o deles, é inapelável. É implacável.

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